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Colesterol

Colesterol, Inflamação Silenciosa e Doenças Cardíacas

colesterol doenças cardíacas
colesterol doenças cardíacas

Artigo perfeito!!!Felizmente estamos desnudando o verdadeiro vilão a “inflamação silenciosa“, que é a base de quase todas as patologias crônico degenerativas. Recomendo que leiam e se acharem adequado enviem para amigos e familiares. É um texto longo mas muito bem escrito pelo Dr Dwight Lundell.

Nós médicos, com todo o nosso treinamento, conhecimento e autoridade, frequentemente adquirimos um ego bastante grande que tende a tornar difícil admitirmos que estamos errados. Então, aqui vai. Eu admito abertamente estar errado. Como cirurgião cardíaco com 25 anos de experiência, tendo feito mais de 5000 cirurgias de coração aberto, hoje é o meu dia de corrigir o malfeito com fatos médicos e científicos.

Treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados “formadores de opinião”. Bombardeado com literatura científica, continuamente assistindo seminários, nós formadores de opinião insistimos que a doença cardíaca resultava do simples fato de colesterol sanguíneo elevado.

A única terapia aceita era prescrever medicações que abaixam o colesterol e uma dieta que restringe severamente a ingesta. A segunda parte, é claro, insistíamos que iria baixar o colesterol e a doença cardíaca. Desvios dessas recomendações eram considerados heresias e provavelmente resultariam em má-prática.

Não está funcionando!

Essas recomendações não são mais científica ou moralmente defensíveis. A descoberta, alguns anos atrás, de que a inflamação na parede arterial é que é a causa real da doença cardíaca, está lentamente levando à uma mudança de paradigma em como a doença cardíaca e outras aflições crônicas serão tratadas.

As antigas recomendações dietéticas criaram uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências fazem qualquer outra praga histórica parecer insignificante em termos de mortalidade, sofrimento humano e impacto econômico.

Apesar do fato de que 25% da população toma medicamentos (estatinas) caros e de que reduzimos o conteúdo de gordura em nossa dieta, mais americanos vão morrer esse ano de doença cardíaca do que nunca.

Estatísticas da Associação Cardíaca Americana mostram que 75 milhões de americanos atualmente sofrem de doença coronariana, 20 milhões tem diabetes e 57 milhões são pré-diabéticos. Essas desordens estão afetando pessoas cada vez mais jovens, em números crescentes a cada ano.

Colocando de maneira simples, sem a inflamação estar presente no corpo, não há como o colesterol se acumular na parede dos vasos sanguíneos e causar doença cardíaca e infartos. Sem inflamação, o colesterol vai se mover livremente através do corpo como a natureza quis. É a inflamação que faz com que o colesterol fique preso.

Inflamação não é complicada – é simplesmente a defesa natural do seu corpo a um invasor tal como bactérias, toxinas ou vírus. O ciclo da inflamação é perfeito em como ele protege o seu corpo desses invasores bacterianos e virais. Entretanto, se nós expusermos o corpo cronicamente aos danos causados por toxinas e comidas que o corpo humano nunca evoluiu para processar, ocorre uma condição chamada inflamação crônica. A inflamação crônica é tão maléfica quanto a inflamação aguda é benéfica.

Qual pessoa consciente iria de boa-vontade expor-se repetidamente a comidas ou outras substâncias que sabidamente causam mal ao corpo? Bem, os fumantes talvez, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente.

O resto de nós simplesmente seguiu a dieta recomendada que é pobre em gordura saturada e rica em gordura poli-insaturada e carboidratos, não sabendo que estávamos causando agressões repetidas aos nossos vasos sanguíneos. Essa agressão constante cria inflamação crônica, levando à doença cardíaca, infartos, diabetes e obesidade.

Deixe-me repetir isso: os danos e a inflamação em nossos vasos sanguíneos são causados pela dieta com pouca gordura, recomendada por anos pela medicina convencional.

Quais são os maiores culpados pela inflamação crônica? Simplesmente, eles são a sobrecarga de carboidratos simples, altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos feitos a partir deles) e do excesso no consumo de ômega-6, presente em óleos vegetais tais como soja, milho e girassol, encontrados em tantas comidas processadas.

Tire um momento para visualizar o esfregar de uma escova dura repetidamente sobre pele macia até que ela fique muito avermelhada e próxima do sangramento. Faça isso diversas vezes ao dia, todo dia por cinco anos. Se puder tolerar a escovação dolorosa, você vai ter um sangramento, uma área inchada e infeccionada que vai ficar pior a cada agressão. Essa é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo dentro do seu corpo bem agora.

Independentemente de onde o processo inflamatório ocorre, interna ou externamente, é o mesmo. Eu já olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Uma artéria doente aparenta como se alguém pegasse uma escova e esfregasse repetidamente contra sua parede. Diversas vezes por dia, todos os dias, as comidas que comemos criam pequenos ferimentos que se compõem em mais ferimentos, fazendo com que o corpo responda contínua e apropriadamente com inflamação.

Enquanto desfrutamos o sabor delicioso de um rolinho adocicado, nossos corpos respondem alarmantemente como se um invasor tivesse chegado declarando guerra. Comidas carregadas de açúcar e carboidratos simples, ou processadas com ômega-6 para terem longa duração, tem sido a base da dieta americana por 6 décadas. Essas comidas tem lentamente envenenado a todos.

Como é que que comer um rolinho açucarado cria uma cascata de inflamação que te deixa doente?

Imagine derramar melado no seu teclado, e você tem um visual do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples tais como açúcar, a glicose no sangue aumenta rapidamente. Em resposta, o seu pâncreas secreta insulina cujo objetivo primário é direcionar o açúcar às células, onde ele é estocado como energia. Se a célula está cheia e não precisa de glicose, ele é rejeitado para não atrapalhar o funcionamento.

Quando sua célula rejeita a glicose extra, o açúcar no sangue aumenta – produzindo mais insulina e a glicose é convertida e armazenada como gordura.

O que isso tem a ver com inflamação? O açúcar sanguíneo é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas “extra” de açúcar se juntam a uma variedade de proteínas que por sua vez danificam a parede do vaso sanguíneo. Esse ataque repetido dispara a inflamação. Quando você aumenta seu nível de glicose diversas vezes por dia, todo dia, é exatamente como esfregar uma lixa no interior dos seus delicados vasos sanguíneos.

Apesar de você pode não ser capaz de ver, descanse tranquilo sabendo que ele está lá. Eu vi em mais de 5000 pacientes de cirurgia em um intervalo de 25 anos – todos com um denominador comum: inflamação em suas artérias.

Vamos voltar ao rolinho açucarado. Aparente inocente, a guloseima não apenas contém açúcar, mas também é achada em um dos muitos óleos ômega-6 tais como soja. Chips e batatas fritas são embebidos em óleo de soja. Comidas processadas são feitas com ômega-6 para ter mais duração. Apesar de os ômega-6 serem essências à vida (são parte de cada membrana controlando o que entra e o que sai da célula) – eles precisam estar em equilíbrio com os ômega-3.

Se o balanço se desequilibra pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular produz químicos chamados citocinas, que causam inflamação diretamente.

A dieta americana padrão vem produzindo um desequilíbrio extremo dessas duas gorduras. A proporção do desbalanço vai de 15:1 a 30:1, a favor do ômega-6. Isso é uma quantidade tremenda de citocinas, causando inflamação. No ambiente alimentar moderno, uma proporção de 3:1 seria ótima e saudável.

Para tornar o caso ainda pior, o peso excessivo que você carrega por comer essas comidas cria células de gordura sobrecarregadas, que produzem grandes quantidades de químicos pró-inflamatórios, adicionando à agressão causada pela alta glicemia sanguínea. O processo que começou com um rolinho açucarado torna-se um ciclo vicioso ao longo do tempo, criando doença cardíaca, pressão alta, diabetes e finalmente doença de Alzheimer, à medida que o processo inflamatório segue incontido.

Não há como escapar do fato de que quanto mais consumimos comidas preparadas e processadas, mais acionamos o processo inflamatório pouco a pouco, diariamente. O corpo humano não pode processar, nem evoluiu para consumir comidas cheias de açúcar e encharcadas de óleos ômega-6.

Só há uma resposta para aquietar a inflamação, e é retornar às comidas mais próximas de seu estado natural. Para construir músculos, coma mais proteína. Escolha carboidratos muito complexos tais como frutas coloridas e verduras. Exclua ou diminua os ômega-6 causadores de inflamações, tais como óleos de soja e milho, trigo e as comidas processadas feitas com eles.

Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6; óleo de soja contém 6.940 mg. Ao invés, use azeite de oliva ou manteiga de gado alimentado com pasto.

Gorduras animais contém menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os supostos óleos poli-insaturados, ditos saudáveis. Esqueça a “ciência” que foi martelada na sua cabeça por décadas. A ciência de que a gordura saturada sozinha causa doença cardíaca, é inexistente. A ciência de que a gordura saturada aumenta o colesterol sanguíneo é também muito fraca. Uma vez que agora sabemos que colesterol não é a causa da doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda atualmente.

A teoria do colesterol levou às recomendações de pouca ou nenhuma gordura, que por sua vez criaram as mesmas comidas que hoje causa a epidemia de inflamação. A medicina convencional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar gordura saturada em favor de comidas ricas em gorduras ômega-6. Nós agora temos uma epidemia de inflamação arterial levando a doença coronariana e outros assassinos silenciosos.

O que você pode fazer é escolher comidas integrais que sua avó servia, e não aquelas que para as quais a sua mãe se voltou quando os corredores dos supermercados se encheram com comidas manufaturadas. Ao eliminar comidas inflamatórias e adicionar nutrientes essenciais de comida fresca, não-processada, você vai reverter anos de danos em suas artérias e no resto do corpo, causados pelo consumo da dieta americana típica.
Dr. Dwight Lundell foi Chefe do Corpo Médico e Chefe de Cirurgia no Hospital de Cardiologia de Banner em Mesa, Arizona. Sua clínica privada, Centro de Cuidado Cardíaco, era também em Mesa. Recentemente, o Dr. Lundell deixou a cirurgia para focar no tratamento nutricional da doença cardíaca. Ele é o criador da Fundação Humanos Saudáveis, que promove saúde humana com foco em ajudar grandes corporações a promover bem-estar. Ele é também o autor de A cura para a doença cardíaca e A grande mentira do colesterol.

Fonte: Dr Dwight Lundell

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Dr Fabio Pisani, 2015
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colesterol bom colesterol ruim

Colesterol bom e Colesterol ruim, será que ele é mesmo um vilão?

colesterol bom colesterol ruim
colesterol bom colesterol ruim

Mais um excelente artigo sobre colesterol, agora escrito por um médico com 60 anos de experiência!!! Para ampliar acrescentaria que para que o LDL oxidado para penetrar na parede dos vasos precisa que exista uma lesão nesta parede. Estas lesões surgem principalmente por um processo inflamatório crônico assintomático produzido por radicais livres, dietas desbalanceadas, excesso de açúcar, entre outros fatores. Isso posto fica mais fácil entender porque o colesterol não é o vilão.

Baixo nível de gordura é um mito

Segundo alguns especialistas mundiais, a dieta com baixo nível de gordura é um mito no que diz respeito à proteção para o coração. De fato, colesterol é uma substancia fundamental para a manutenção da vida e todas as estruturas celulares do corpo necessitam imensamente dele.

Colesterol é benéfico para todos

Após estudar por mais de 60 anos problemas de saúde que afetam o coração, o professor Fred Kummerow da Universidade de Illinois, com 98 anos de idade, afirma que o colesterol é benéfico para todos nos e não causa doenças cardíacas, conforme muitos defendem. O que prejudica é apenas o colesterol oxidado através de frituras e alimentos processados, tipicamente encontrados nas “fast foods”. Este tipo deve ser fortemente evitado, pois contem altas concentrações de colesterol oxidado chamados de oxisterois.

Oxidação do Colesterol

Uma forma de detectar se o colesterol medido no sangue possui alta quantidade de oxidação e, por isto nocivo, é a dosagem da Apo Lipoproteína B que mede a fração oxidada da fração LDL. Podemos ver que a pesquisa é mais minuciosa do que, simplesmente, se receitar remédios para colesterol acima dos valores de referencia e, consequentemente, amedrontando os pacientes quanto a este problema. Caso a Apo Lipoproteína B esteja dentro dos limites normais, a necessidade de se tomar medicamentos para baixar o colesterol passa a ser desnecessária principalmente se a fração HDL (chamada de “bom” colesterol) estiver elevada.

Além da dosagem do Colesterol

Os médicos deveriam se acostumar a solicitar a dosagem da Apo Lipoproteína B, Homocisteína, Proteína C Reativa, Fibrinogênio de forma rotineira, da mesma forma que passaram a se preocupar com as frações HDL e LDL nos anos 60 quando apenas o colesterol total era avaliado.

A maneira mais eficiente de cuidar dos excessos de colesterol no sangue e, principalmente da fração oxidada, é o que diz respeito às mudanças no estilo de vida. Além de se preocupar com a alimentação, atividade física regular e manutenção do peso corporal são também medidas importantes para a manutenção da SAÚDE.

Fonte: Dr Fred Kummerow

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Dr Fabio Pisani, 2015
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envelhecimento saudável

Envelhecimento saudável, entenda esse conceito

envelhecimento saudável
envelhecimento saudável

O ser humano sempre lutou contra o fenômeno do envelhecimento, situação absolutamente natural na evolução da vida. Entretanto, à medida que condições higienodietéticas e a própria tecnologia na área da saúde se desenvolve, verificou-se que o próprio processo do envelhecimento pode ser atenuado, aprimorando-se a vitalidade e a jovialidade.

Pode-se dividir o processo do envelhecimento em 3 formas, didaticamente

ENVELHECIMENTO ANORMAL

Onde o individuo não tem os mínimos cuidados com o organismo, agredindo-o durante toda a vida, seja com alimentação inadequada, álcool, fumo e drogas, além de falta de atividade física;

ENVELHECIMENTO NORMAL

Onde se procura dar ao organismo a matéria prima adequada para que ele se desempenhe bem, nutrindo-o de forma mais satisfatória possível, além de abster-se de hábitos que interferem sabidamente sobre a qualidade de vida (álcool, fumo, drogas etc.) e usando medidas de manutenção de peso e lazer satisfatório;

ENVELHECIMENTO MINIMO

Quando, além das medidas anteriores, se procura abastecer o corpo de elementos protetores tais como antioxidantes que combatem excesso de radicais livres, alimentação correta sob o ponto de vista de equilíbrio, e fazem uso de modernas técnicas chamadas de “antienvelhecimento” que, certamente não rejuvenescem mas fazem com que surjam condições de se retardar o envelhecimento mais acentuado.
Hoje se sabe que, diminuindo-se a velocidade de quedas hormonais nos seres vivos, ressalta-se jovialidade.
Vale a pena se envelhecer muito com boa qualidade. Caso contrario, talvez não valha a pena envelhecer.

Artigo do Dr Sérgio Vaisman

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Dr Fabio Pisani, 2014
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adoçantes engordam

Aspartame pode aumentar níveis de glicose no sangue

aspartame
aspartame

Na batalha constante para perder ou manter alguns centímetros, nós optamos por refrigerantes diet. Mas dois estudos, elaborados por epidemiologistas da Faculdade de Medicina da Universidade do Centro de Ciência da Saúde do Texas Santo Antonio, EUA, mostram como o consumo de refrigerantes diet está associado com o aumento da circunferência de cintura em humanos e como o açúcar artificial produzido com o edulcorante aspartame aumenta o nível de glicose no sangue de ratos com predisposição para diabetes. Os estudos apresentados em 25 e 27 de junho nas Sessões Científicas da Associação Americana de Diabetes em San Diego nos Estados Unidos sugerem que a opção por estes produtos poderia ser um comportamento autodestrutivo.

Segundo Helen P. Hazuda, professora e chefe da Divisão de Epidemiologia Clínica da referida faculdade, “estes produtos podem ser livres de calorias, mas não de consequências”.

Estudo com humanos

O estudo longitudinal acompanhou 474 indivíduos idosos durante cerca de 10 anos para avaliar a relação entre consumo de refrigerante diet e alteração em longo prazo na circunferência da cintura. Os pesquisadores compararam as mudanças na circunferência da cintura em usuários e não usuários de refrigerante diet, levando em conta a condição de diabetes, nível de atividade física no tempo de lazer, bairro de residência, idade e condição de fumante, sexo, etnia e anos de educação escolar.

Os usuários de refrigerante diet, como um grupo, experimentaram aumentos maiores de 70 por cento na circunferência de cintura em comparação com os não usuários. A porcentagem cresceu consideravelmente para 500 % em usuários frequentes, que consumiam dois ou mais refrigerantes diet por dia.

A gordura abdominal é um importante fator de risco para diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e outras condições crônicas. “Estes resultados sugerem que, em meio à orientação nacional para reduzir o consumo de bebidas adoçadas com açúcar natural, as políticas que promovam o consumo de refrigerantes diet podem ter efeitos deletérios involuntários”, escreveram os autores.

Estudo com ratos

Outro trabalho com ratos, realizado por outra equipe da mesma faculdade, estudou a relação entre administração oral de aspartame, glicose em jejum e níveis de insulina em 40 ratinhos com predisposição para diabetes. O aspartame é um açúcar artificial largamente utilizado em refrigerantes diet e outros produtos alimentícios.

Um grupo de ratos comeu ração com aspartame e óleo de milho; o outro grupo comeu ração apenas com o óleo de milho. Depois de três meses com esta dieta rica em gordura, os ratos do grupo do aspartame mostraram níveis elevados de glicose em jejum, mas níveis de insulina iguais ou diminuídos, consistentes com o declínio prévio da função de células betas pancreáticas. A diferença de níveis de insulina entre os grupos não foi estatisticamente significativa. As células betas produzem insulina, o hormônio que diminui o açúcar no sangue depois de uma refeição. O desequilíbrio na função destas células conduz à diabetes.

Gabriel Fernandes, autor sênior do estudo e professor de reumatologia e imunologia clínica, explica: “os resultados sugerem que a ingestão de aspartame poderia contribuir diretamente para o aumento de glicose no sangue potencialmente. Assim, contribui para a associação observada entre o consumo de refrigerante diet e o risco de diabetes em humanos”.

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Dr Fabio Pisani, 2014
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vitamina C

Vitamina C, sua deficiência pode provocar infarto do miocárdio

vitamina C infarto
vitamina C infarto

Você sabia que o comprimento total dos vasos sanguíneos que compõem nosso aparelho circulatório é de cerca de 100.000 quilômetros? O coração, principal órgão do aparelho circulatório bombeia sangue 100.000 vezes por dia e isso faz com que seja o maior “trabalhador” do nosso corpo. Por este motivo, a saúde cardiovascular resulta em beneficio para todo nosso estado geral.
A debilidade dos vasos sanguíneos e a deterioração das paredes arteriais são as principais causas das enfermidades cardiovasculares. Existem estudos recentes que concluíram que a vitamina C fortalece as paredes dos vasos sanguíneos e, infelizmente, com os hábitos de vida mais modernos, as pessoas tem se apresentado cada vez mais carentes dessa vitamina e, conseqüentemente, permitindo que lesões arteriais passem a ser mais freqüentes.
Um dado que a maioria das pessoas desconhece é que os animais não costumam sofrer enfarte do miocárdio e a explicação é que eles produzem vitamina C nos seus figados ao contrario dos seres humanos que, para manterem níveis satisfatórios dessa vitamina, necessitam ingeri-la regularmente.
As principais conclusões dos estudos a respeito deste tema são de que produzimos placas que provocam entupimentos nas artérias simplesmente porque não conseguimos produzir a protetora vitamina C alem de termos a tendência atual de consumirmos dieta alimentar pobre em nutrientes de forma geral.

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Dr Fabio Pisani, 2014
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cranberry cistite úlcera gástrica

Cranberry, esta fruta pode tratar cistite e úlcera gástrica

Cranberry na forma de suco  tem uma longa história como remédio caseiro para cistite. Porém, nos últimos anos os cientistas estudaram em silêncio se ele também pode funcionar contra a ‘Helicobacter pylori’, bactéria responsável pela maioria das úlceras.

cranberry
cranberry

Já faz algum tempo que os cientistas sabem que o suco impede de forma eficaz que algumas espécies de bactérias se liguem aos receptores celulares ao longo do trato urinário, o que teoricamente reduziria o risco de infecções na bexiga. Acredita-se que o mesmo mecanismo funcione contra a formação de úlceras. Compostos do suco de cranberry, chamados proantocianidinas, impediriam a fixação da H. pylori na mucosa estomacal.

A maioria dos estudos constatou que consumir suco de cranberry parece produzir melhoras nas pessoas propensas a úlceras gástricas.

Em um estudo aleatório duplo-cego publicado em “Nutrition”, em 2008, os pesquisadores acompanharam 271 crianças e adolescentes cujos testes deram positivo para H. pylori.

Ao longo de três semanas, um grupo bebeu 200 mililitros de suco de cranberry diariamente, outro recebeu um suplemento probiótico contendo bactérias conflitantes e um terceiro tomou placebo.

No final do estudo, o grupo do suco teve “índices de erradicação” de H. pylori significativamente mais altos do que o grupo do placebo e uma melhora levemente superior sobre aqueles que só beberam probióticos.

Um estudo com quase 200 pessoas publicado em 2005 mostrou resultados similares. Beber um copo de suco de cranberry diariamente eliminava a H. pylori três vezes mais do que nos pacientes que tomaram um suco placebo semelhante à fruta, embora alguns não tiveram melhoras.

Os pesquisadores constataram que o suco de cranberry pode ajudar a prevenir úlceras.

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Dr Fabio Pisani, 2014
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mortes medicamentos prescritos

Medicamentos receitados são causa importante de mortes

medicamentos podem matar
medicamentos podem matar

Medicamentos receitados por médicos perfazem uma das maiores causas de morte a cada ano e, pasme, o problema chegou a atingir proporções epidêmicas, conforme conclusões de pesquisadores em artigo publicado na revista medica Journal of Clinical Psychiatry, neste ano de 2011.A taxa, que é maior do que a que se refere a fatalidades por acidentes de transito, é equivalente às conseqüências de uma queda de avião a cada dia, por 6 meses.
Cerca de 27.500 pessoas morreram nos Estados Unidos em 2007 por “overdoses” não intencionais. Isto significou uma perda de vidas 4.6 vezes maior do que o total de mortes de americanos no Iraque e Afeganistão desde o inicio dos respectivos conflitos.

Em 20 estados americanos , “overdoses” não intencionais de medicamentos prescritos representam a principal causa de morte, segundo cientistas do U S. Center for Disease Control and Prevention (CDC). Os principais culpados são os analgésicos mais potentes, incluindo a morfina, os anti-inflamatórios e algumas associações usadas no combate a tosse e infecções. Estes são os maiores responsáveis e superam os casos de morte provocados pelo abuso de heroína e cocaína combinados. Entre 2004 e 2008, o numero de internações hospitalares devido a sobrecarga de medicamentos simplesmente dobrou nos Estados Unidos..

Os médicos são parcialmente responsáveis pelas mortes, dizem os pesquisadores.Mas por que? A principal razão é que prescrevem múltiplos medicamentos ao mesmo tempo, incluindo fortes analgésicos juntamente a tranquilizantes, antidepressivos e remédios especificamente indicados para dormir.

É importante que isso sirva de alerta para que possamos refletir bem antes de nos submetermos a intervenções medicamentosas, principalmente quando procuramos atendimentos em postos de Pronto Socorro onde, não conhecendo bem os pacientes, os médicos socorristas lançam mão de todos e quaisquer recursos para aliviarem as queixas dos pacientes sem tempo suficiente para melhor avaliação de cada caso.

Devemos nos lembrar que todo remédio sintético é estranho ao organismo e, por isso mesmo, pode produzir efeitos colaterais. Estes, quando brandos, podem ser contornados com mais facilidade mas, quando chegam à possibilidade de provocarem a morte, devemos pensar com mais profundidade.
A grande diferença entre remédio e veneno é a sua dose.

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Dr Fabio Pisani, 2014
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Telômeros

Telômeros, saiba como o sedentarismo acelera o envelhecimento

telômeros envelhecimento
telômeros envelhecimento

A equipe de especialistas do King’s College, em Londres, pesquisou 2.401 gêmeos e observou que os que eram fisicamente ativos durante seu tempo de lazer eram também “biologicamente mais jovens” do que os que não se exercitavam.

O estudo, publicado na revista especializada “Archives of Internal Medicine“, aplicou um questionário sobre o estilo de vida dos participantes e retirou amostras de sangue para fazer uma análise do DNA de cada um.

Os pesquisadores identificaram que os telômeros sequências de proteína encontradas nas extremidades do DNA – tinham menor tamanho entre os gêmeos sedentários.

Os cientistas esclarecem que os telômeros oferecem proteção às células, mas conforme as pessoas vão envelhecendo, eles vão naturalmente diminuindo de tamanho, deixando-as mais vulneráveis a danos e à morte.

Estresse

Ao examinar células sanguíneas do sistema imunológico, os pesquisadores observaram que os telômeros perdem, em média, 21 de seus componentes – os nucleotídeos – por ano.

E concluíram que os telômeros dos mais sedentários tinham 200 nucleotídeos a menos, o que significa uma redução do seu comprimento.

Os mais ativos tinham telômeros de tamanho equivalente ao dos sedentários até dez anos mais jovens, apontou o estudo.

“Os resultados sugerem que adultos que se envolvem em atividades físicas regularmente são biologicamente mais jovens do que os sedentários”, afirmam os especialistas.
Os pesquisadores ainda sugerem que pessoas sedentárias podem estar mais vulneráveis a danos celulares por diversos fatores, entre eles o estresse, que teria um impacto direto no tamanho dos telômeros.E os exercícios físicos, afirmam, poderia ser uma boa arma no combate aos níveis de estresse.
O estudo transmite a mensagem que poderia ser usada por médicos ao promoverem o efeito potencial dos execícios físicos para retardar o envelhecimento.

(fonte: BBC Brasil)

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Dr Fabio Pisani, 2014
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sucralose resistência a insulina

Sucralose, estudo revela que ela pode causar resistência à insulina

sucralose
sucralose

Segue um artigo do Dr Sergio Vaisman que é um alerta para quem usa sucralose, principalmente se estiver acima do peso. A minha sugestão de adoçante natural é a Stevia 100% sem adição de outros adoçantes químicos. Eu uso e o sabor é muito bom. No Brasil já temos várias marcas comerciais. Segue o texto:

Um dos mais populares adoçantes artificiais não calóricos largamente utilizado nos tempos de hoje foi considerado como uma completa fraude. Um novo estudo publicado na revista DIABETES CARE revelou que a SUCRALOSE, que comumente se indica como seguro para diabéticos, acaba por promover piora no estado geral daqueles que a consomem.

Pesquisadores da Washington University School of Medicine revelaram esta descoberta apos avaliarem os efeitos metabólicos do consumo da sucralose num pequeno grupo de 17 indivíduos, todos obesos e que não utilizavam outros adoçantes no início da pesquisa. Todos os participantes passaram a usar sucralose antes de se submeterem a exame de sangue para dosagem da tolerância à glicose.

Na conclusão do estudo, verificou-se que os indivíduos que utilizaram sucralose rapidamente demonstraram mudanças na produção de insulina e nos seus níveis sanguíneos dessa substancia. Concluíram também que uma simples dose de sucralose aumenta a concentração de glucose em cerca de 0.6 nanomoles por litro (uma medida que se realize laboratorialmente).Essa mesma dose também aumenta a resistência à insulina.

Em suma, concluiu-se que esse adoçante aumenta a concentração de glucose no sangue e as respostas orgânicas à insulina em pessoas principalmente obesas.

Além de tudo isso, existe uma inverdade no fato da sucralose ser referida como absolutamente natural. Trata-se de uma substancia sintética, produzida em laboratório, e que contem uma molécula de cloro em seu interior que, quando liberada, compete com o iodo que possuímos no organismo, e tenta alojar-se nos tecidos da tireoide, propiciando quadro de hipotireoidismo. Esta possibilidade é grande e torna o produto potencialmente mais perigoso ainda. Para completar, a sucralose também é implicada na produções de distúrbios gastrointestinais e enxaqueca.

Não devemos nos colocar simplesmente passivos ao ouvirmos anúncios “milagrosos” emitidos pelas industrias que fabricam os adoçantes artificiais. Ainda mais, a sucralose também é implicada na produção de distúrbios gastrointestinais e enxaqueca.

Da mesma forma que o ASPARTAME, largamente usado no mundo inteiro e cientificamente como tóxico, a SUCRALOSE também é responsável por prejudicar a saúde de forma bem evidente. Os obesos, principalmente os diabéticos, devem ficar alertas frente às propagandas enganosas desses produtos.

Dr Sergio Vaisman

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Dr Fabio Pisani, 2014
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estatinas demência senil

Demência senil e Estatinas, conheça melhor esta conexão

demência senil estatinas
demência senil estatinas

É muito frequente o uso de estatinas para controle do excesso de colesterol no sangue.

A medida que os pacientes tomam esses remédios, nota-se que o estado mental da maioria deles sofre gradativamente um declínio (situação bem comprovada na prática clínica diária).

Esse dado foi confirmado por uma publicação feita na revista American Journal of Geriatric Pharmacology, no dia 4 de agosto de 2012.Foram relatadas pesquisas em pacientes usuários de estatinas que, quando deixaram de fazer uso, melhoraram seus estados mentais.

O retorno ao uso dos medicamentos voltou a mostrar deficiências de memória e concentração analisados por testes específicos chamados Mini Mental Status Examination.

A conclusão final da pesquisa foi a de que estatinas podem afetar de forma negativa a cognição de pacientes propensos a demência.

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Dr Fabio Pisani, 2014
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