O termo Medicina Quântica é muito recente, para entende-lo melhor precisamos voltar à década de 1890 no Instituto Pasteur de Paris, onde Gabriel Bertrand demonstrou a importância que pequenas quantidades de minerais no solo tinham sobre o desenvolvimento dos vegetais e de outros organismos vivos.

Mais tarde em 1942 na fundação Alex Carrel, Dr Jacques Ménétrier reuniu uma equipe de médicos e biólogos para estudar o papel dos minerais na saúde humana. Estes estudos deram origem à Medicina das Funções ou Oligoterapia, que atualmente vem sendo chamada de Medicina Quântica.

A ação da Oligoterapia é explicada pela lei de Arndt-Schultz que diz que “um estímulo químico forte gera uma baixa de energia vital e um estimulo químico fraco geral alta de energia vital”. Em outras palavras, pequenas doses produzem grandes efeitos sobre a energia vital nossa e de outros deres vivos.

Por também utilizar substâncias em doses ínfimas ou apenas as frequências de algumas substancias, a Medicina Quântica poderia ser comparada à Homeopatia. Mas são terapias bastantes diferentes entre si tanto no preparo dos medicamentos quanto na forma de tratamento. A ação da Homeopatia é melhor explicada pela biofísica, ao passo que a física quântica explica a ação da Medicina Quântica.

Dr Ménétrier utilizou o conceito de diáteses para desenvolver o modelo de tratamento do que chamou de Medicina das Funções.

O tratamento é feito basicamente em dois níveis, o diatésico onde se procura equilibrar a constituição de cada paciente e o nível da doença propriamente dito.

Abaixo uma apresentação bastante resumida das 5 diáteses.

Diátese I ou Hiper-reativa

Perfil ligado às reações alérgicas.
Quadro de sintomas predominante agudos.
Tendência ao excesso de fluídos com muitas secreções.
Amanhecem mais lentos e normalizam durante o dia, são mais noturnos.
Tímidos, inquietos e agressivos com tendência ao otimismo.
Como hiper-reativo, luta contra o meio exageradamente.
Desequilibra sua imunidade (alta imunidade = baixa alergia) e vice-versa.
Limitações na memória e na concentração.
Desrespeitam seu limite físico e mental (homem e mulher modernos).

Diátese II ou Hiporreativa
Resistência física limitada, fadigado no decorrer do dia.
Podem ser mais lentos e economizarem sua energia.

Característica de quadros disfuncionais crônicos, em especial de fragilidade respiratória.
Tendência ao pessimismo e tristeza, pouco emotivo.
Estrutura vertebral alterada (desvios).
Disfunções hipo (hipotireoidismo, hipoprodução de secreções).

Diátese III ou Distônica
Síndrome evolutiva (geralmente da diátese I).
Faixa etária após os 40 anos (percebe que não é mais como antes).
Diátese mediadora do estágio funcional para o lesional.
Predominante afetação do sistema nervoso e circulatório.
Notável redução da memória.
Fadiga alternada e progressiva.
Muito mal interpretado pela medicina convencional.
Sofrem pelas intoxicações medicamentosas.

Diátese IV ou Anérgica
Quadro evolutivo e agravado das diáteses anteriores.
Queda ou ausência significativa de energia e vitalidade.
Forte comprometimento emocional psíquico e imunológico.
Provável agravamento por traumas, choques psíquicos e intoxicação medicamentosa ou química.
Baixa resposta aos tratamentos anti-infecciosos e antivirais.
Melancolia, depressão, pessimismo.
Degeneração celular, pré-câncer e câncer.

Diátese V ou Desadaptativa que tem 2 perfis

Perfil Hipofisário – Genital

Disfunções do aparelho reprodutor masculino e feminino.
Pré-menopausa e menopausa / andropausa.

Perfil Hipofisário – Endócrino

Disfunções digestivas e pancreáticas.
Hipo e hiper glicemia / problemas no metabolismo de gorduras.
Obesidade.

Uma consulta pode ser agendada pelos fones (19) 3254-0747 ou 3254-4012.