Andropausa Masculina, Saiba os Sintomas e como Tratar

Andropausa Masculina, Saiba os Sintomas e como Tratar 

À medida que os homens envelhecem, seus níveis de testosterona começam a diminuir. Esta queda é chamada de andropausa, em analogia à menopausa das mulheres. Esta condição hormonal masculina também é, mais corretamente chamada, de hipogonadismo masculino tardio.

Homens entre 40 a 55 anos, podem apresentar sintomas semelhantes à menopausa, porém, diferentemente das mulheres, os homens não têm um momento específico como a interrupção da menstruação, para marcar o início desta fase.

Queda gradual dos níveis de testosterona  

Nos homens, a queda dos níveis de testosterona produz mudanças, que ocorrem muito gradualmente como: mudanças de humor, fadiga, perda de energia, libido, força e agilidade física, entre outros.

É importante frisar, que nem todos os homens apresentam sintomas chamativos durante a andropausa, portanto, embora todos apresentem diminuição dos níveis de testosterona, nem todos irão necessita de uma modulação hormonal.

Andropausa e Menopausa

Ao contrário da menopausa, na qual a deficiência de estrogênio é completa e provoca alterações clínicas conhecidas, o declínio da testosterona nos homens idosos é menos acentuado, do que a queda dos estrógenos nas mulheres, por isso os sintomas da andropausa são menos intensos.

Sabemos que existem receptores para testosterona em todo o nosso corpo, e por incrível que parece, a maior concentração de receptores para testosterona encontra-se no coração! Podemos dizer que a testosterona é um hormônio, também sexual, mas com certeza, não exclusivamente sexual.

O que é hipogonadismo masculino

O hipogonadismo masculino é uma condição na qual o testículo não produz quantidades suficientes de testosterona.

As causas de hipogonadismo masculino são:

  1. Doenças genéticas
  2. Malformações dos testículos ou da hipófise
  3. Infecções, como a caxumba por exemplo
  4. Traumas testiculares
  5. Uso de algumas drogas e medicamentos, como os anabolizantes por exemplo

Quando o hipogonadismo surge ainda na vida intrauterina, ocorrem malformações dos órgãos genitais.

Se o hipogonadismo surge em pré-adolescentes, o jovem não desenvolve os típicos sinais da puberdade masculina, como pelos no corpo, mudança da voz, ganho de massa muscular, aumento dos testículos e do pênis.

Já no adulto jovem o hipogonadismo causa infertilidade, diminuição da libido, queda de pelos, perda de massa muscular e outros sintomas de deficiência de testosterona.

“Estrogenização” masculina

Atualmente vivemos uma “estrogenização” não só da espécie humana, mas praticamente de todos os seres vivos. A intensa contaminação ambiental por substâncias chamadas xenoestrógenos (moléculas semelhantes aos estrógenos), que ocupam os receptores estrogênicos. A continuar assim, em algumas décadas, teremos homens cada vez mais com características femininas, será o fim dos machos como conhecemos hoje. Muito provavelmente, o nascimento de crianças pelo método natural (o sexo), será cada vez mais raro, dando lugar às fertilizações em laboratório. Observando bem, isso já está acontecendo atualmente.

Porque acontece a Andropausa

Como já dito, a função dos testículos e a produção de testosterona, declinam gradualmente com a idade, em cerca de 1,3% por ano após os 40 anos.

Uma discreta deficiência de testosterona em homens de meia-idade pode ser considerada um fenômeno inerente ao envelhecimento, a questão é saber quando essa deficiência precisa de uma modulação hormonal.

É importante salientar o declínio da testosterona em homens mais velhos não produz nenhuma alteração clínica grave, apenas, a qualidade de vida pode ficar muito prejudicada. A testosterona é o hormônio do “tesão” pela vida, e não apenas sexual!

Andropausa Masculina Hormônios Bioidênticos
Andropausa Masculina Hormônios Bioidênticos

Sinais e Sintomas da Andropausa

Embora a andropausa ainda não seja aceita por toda comunidade médica como uma fase da vida do homem, que precisa de atenção, como a menopausa nas mulheres, alguns sinais e sintomas relacionados a ela são:

  1. Diminuição ou perda da libido
  2. Disfunção erétil e/ou impotência
  3. Redução do volume da ejaculação
  4. Diminuição ou perda da ereção matinal
  5. Redução da massa óssea, podendo evoluir para osteopenia/osteoporose
  6. Sarcopenia (redução da massa muscular) e diminuição da força muscular
  7. Anemia, pois a testosterona estimula a produção de glóbulos vermelhos
  8. Perda de pelos corporais
  9. Aumento do percentual de gordura corporal (gordura abdominal)
  10. Alterações do humor como: depressão, ansiedade, irritabilidade
  11. Alterações da memória e dificuldade de concentração
  12. Perda de interesse e piora da performance no trabalho
  13. Pessimismo e falta de perspectiva

É claro que nem todas as alterações descritas acima estão associadas apenas à redução dos níveis de testosterona, podem estar associadas ao stress, e ao envelhecimento por exemplo. Quando estes sintomas têm como causa principal a redução dos níveis de testosterona, a sua reposição costuma melhorar o quadro.

Exames laboratoriais para diagnosticar

o diagnóstico da andropausa, é relativamente simples, a partir das queixas relatadas pelo próprio paciente, ou em muitas vezes pela sua companheira, podemos, a partir de exames laboratoriais corriqueiros, identificar se realmente de trata de um quadro de baixos níveis de testosterona.

Os exames mais importantes são: testosterona total e livre, SHBG, FSH e LH.

O que podemos encontrar está resumido logo abaixo, é importante dizer, que a alteração de apenas um destes parâmetros, não indica necessariamente andropausa.

  1. Queda da testosterona total
  2. Aumento da Globulina Transportadora de Hormônios Sexuais ou SHBG. Esta globulina em níveis elevados diminui a testosterona livre e a testosterona biodisponível
  3. Aumento de FSH e LH
  • Estes exames devem ser sempre interpretados por um médico.

Medidas de suporte

Antes do tratamento em si, algumas medidas gerais devem ser adotadas, para que a qualidade de vida mude para melhor, são elas:

  1. Pratica de exercícios físicos, se possível, de intensidade moderada para intensa´
  2. Reeducação alimentar
  3. Destoxificação, visando principalmente a eliminação de xenoestrógenos
  4. Redução do uso de bebidas alcoólicas
  5. Parar de fumar
  6. Práticas para redução de stress, meditação e yoga, por exemplo
  7. Reposição hormonal bioidêntica, de acordo com os dados laboratoriais e quadro clínico

O que são  Hormônios Bioidênticos

Quando falamos em reposição hormonal, logo o que vem à mente, são as mulheres no período do climatério e pós menopausa. Porém todas as glândulas do nosso corpo, depois de certa idade começam a funcionar de forma mais lenta, temos então a menopausa (ovários), andropausa (testículos), adrenopausa (adrenais), tireopausa (tireoide). Embora nem todas essas pausas sejam bem estudadas, todas elas ocorrem.

Os hormônios bioidênticos são moléculas exatamente iguais às que nossas glândulas produzem. Eles são sintetizados a partir do colesterol, soja e do inhame por exemplo. Existem apenas dois grandes laboratórios mundiais que produzem hormônios bioidênticos, e os distribuem para laboratórios menores.

A testosterona foi o primeiro hormônio bioidêntico, a ser criado em laboratório, isso ocorreu na década de 40. Eles já são utilizados em vários países há várias décadas. Aqui no Brasil, sua utilização começou a pouco mais de 10 anos.

Os hormônios não bioidênticos, são moléculas estranhas ao nosso organismo, e mesmo quando prescritos de forma adequada por médicos, ainda assim costumam apresentar efeitos indesejáveis, e em alguns casos, graves.

Ações da Testosterona Bioidêntica

Embora seja mais conhecida como hormônio sexual, o fato é que as ações da testosterona extrapolam em muito a área sexual

Abaixo algumas das ações da testosterona

Sistema cardiovascular

Os receptores para testosterona, distribuem-se amplamente pelos vasos, como a aorta, e células atriais e ventriculares. Existem mais receptores para a testosterona no músculo cardíaco que em qualquer outro tecido do corpo. A testosterona tem ação vasodilatadora, facilitando o fluxo sanguíneo em artérias que apresentem placas ateroscleróticas, como as coronárias e as cerebrais. Poderíamos até dizer, que a testosterona é um hormônio cardíaco, com repercussões também sexuais!

Metabolismo dos carboidratos

A testosterona bioidêntica aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o controle da glicemia. É importante frisar, que a modulação hormonal com testosterona bioidêntica, não produz os mesmos efeitos colaterais que a reposição com testosterona não-bioidêntica, sendo, portanto, mais segura e recomendada.

Ações na área sexual

A diminuição dos níveis de testosterona está associada a diminuição da libido, impotência, dificuldades em manter a ereção e diminuição do volume ejaculatório. Um sinal de simples observação é a diminuição da frequência de ereções matinais, aquela ereção involuntária que está presente no momento em que acordamos, quando essas ereções começam a desaparecer, é sinal de os níveis de testosterona estão diminuídos.

Cansaço sem causa aparente

A testosterona tem ação sobre nosso metabolismo energético. Quando ela está diminuída, pode causar sensação de cansaço, preguiça, fadiga muscular e a sensação de que as tarefas diárias precisam de grande esforço para serem executadas.

Falta de memória e concentração

A testosterona importante ação no cérebro, principalmente em regiões relacionadas com a cognição e a concentração. Assim, seu declínio está associado a diminuição na capacidade de aprendizado, dificuldade de concentração e diminuição da memória.

Humor

A deficiência de testosterona, está associada a depressão. A reposição de testosterona pode aumentar a sensação de bem-estar, e melhorar o humor. Muitos casos de depressão masculina, a partir de 45-50 anos, podem ter como causa, a queda dos níveis de testosterona.

Efeitos sobre a Massa Muscular, Gordura Corporal e Massa Óssea

Estudos científicos têm demonstrado que a modulação com testosterona bioidêntica atua de forma favorável na composição corpórea, facilitando o aumento de massa muscular e diminuindo a gordura corporal, principalmente na região abdominal. Foi observado também aumento da massa óssea, redução na susceptibilidade às fraturas.

Sono

O declínio hormonal é responsável pela diminuição da qualidade do sono, principalmente na fase de sono REM (sono profundo), que representa aproximadamente 20% do tempo total de sono e é considerada a fase de reparação do corpo e da mente. Os homens com déficit de testosterona apresentam problemas como insônia e a sensação de que o descanso não foi suficiente para renovar a energias.

Formas de uso

Diferentes formas de preparação e aplicação estão disponíveis para o tratamento com testosterona bioidêntica como: intramuscular, oral, sublingual e transdérmica.

Do meu ponto de vista, a via transdérmica é a ideal para se fazer uma modulação hormonal por longos períodos, por sua segurança e também pela facilidade de podermos individualizar as doses de acordo com cada caso, respeitando a individualidade bioquímica de cada pessoa.

Recomendo que todo homem avalie seus níveis de testosterona regularmente, pois a normalização dos níveis de testosterona pode trazer muitos benefícios a saúde física, mental e vida sexual, melhorando assim a qualidade de vida.

Vantagens da terapia de reposição hormonal bioidêntica (TRHB)

Um grande diferencial da TRHB, além das moléculas serem 100% idênticas às que o nosso corpo produz, é que por serem manipuladas, as doses podem e devem ser personalizadas para cada pessoa.

Também podem ser prescritas em diversas formas, tais como: cápsulas orais, tabletes sublinguais, cremes tópicos e gel, cremes vaginais, supositórios. As diferentes vias de administração possibilitam melhor absorção e uso de doses menores, reduzindo os riscos de superdosagem.

Os hormônios bioidênticos podem ser sexuais, como o estradiol, estriol, progesterona, testosterona, que são os mais conhecidos e utilizados. Mas existem vários outros, como o cortisol, melatonina, DHEA, T4, T3 entre outros.

 

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

 

 

 

 

Origens Energéticas do nosso Adoecimento

Origens Energéticas do nosso Adoecimento

Nossa saúde depende em grande parte de como estavam (energeticamente) nossos pais no momento da nossa concepção. Pais com idade avançada geralmente tem deficiência em vários órgãos e isto vai ser transmitido ao filho.

emoções e doenças
emoções e doenças

A saúde que herdamos de nossos pais

Pais que fazem uso de drogas legais ou não também tem mais chances de gerar filhos com algum tipo de desequilíbrio energético. Nossos pais são responsáveis por nossa energia pré-natal, aquela que não é reposta. Depois do nascimento até a adolescência temos alguns fatores que agem exclusivamente neste período.

O papel da amamentação

A amamentação é muito importante, pois ajuda a fortalecer a energia do baço-pâncreas-estômago, o que pode evitar vários transtornos alimentares, entre eles a obesidade. As emoções afetam direta ou indiretamente as crianças, embora de forma menos intensa que nos adultos, pois as crianças tendem a reprimir menos suas emoções.

Pais autoritários

De uma forma indireta o comportamento dos pais pode provocar sintomas nos filhos. Um exemplo muito comum são as crianças maiores que tem enurese noturna (urinam na cama). Geralmente por trás, existem pais autoritários, que deixam estas crianças medrosas, inseguras e/ou ansiosas, e estas emoções vão lesar a energia do rim. Como é a energia do rim quem controla os esfíncteres, vamos ter a perda de urina. Crianças que vivem sob tensão constante costumam apresentar quadros de dor cabeça, está tensão geralmente vem do ambiente familiar.

Qual atividade física é mais indicada para as crianças

Outro fator neste período são os esportes. Aqui vamos ter dois aspectos a considerar, o tipo e a intensidade.

De uma forma geral crianças mais tímidas, quietas, friorentas, devem buscar esportes fora da água, para se aquecerem e transpirarem bastante.

Já crianças mais inquietas, calorentas devem fazer atividade física na água. Por fim com a excessiva liberalização dos costumes a atividade sexual tem se tornado cada vez mais precoce.

Atividade sexual excessiva lesa o qi do rim

A atividade sexual precoce e excessiva acaba por consumir muito a essência vital principalmente dos homens, geralmente isto vai repercutir anos mais tarde como quadros de impotência ou ejaculação precoce.

Fatores de desequilíbrio

Existem alguns fatores que nos levam a diferentes graus de desequilíbrio, grosso modo podemos classificá-los em externos, internos e nem externos nem internos.

Dentre os fatores externos temos o clima, as radiações, e outros como ambiente de trabalho, atividade profissional, atividade física, atividade sexual, entre outros.

Como fatores internos temos as emoções, os pensamentos e os estados mentais.

Como fatores nem externos nem internos podemos colocar a alimentação e a respiração.

Quais fatores podemos controlar?

Desta lista resumida podemos observar que sobre alguns fatores temos controle quase que total e em relação a outros não temos praticamente nenhum.

Por exemplo, sobre o clima nosso controle é nulo.

Sobre as emoções é quase nulo.

Mas sobre a alimentação pode ser total.

As emoções atuam sobre nós 24 horas por dia

Destes fatores os que nos lesam de forma mais constante são as emoções, porque além de não as controlarmos, elas nos lesam durante as 24 h do dia.

Mas com certeza nós não somos afetados de maneira uniforme pelos vários fatores de desequilíbrio.

Isto podemos observar quando um determinado tipo de comida, não deteriorada, faz mal para uma pessoa e não a outras.

Mas o que determina está variabilidade? A resposta é a nossa constituição, que basicamente vai ser determinada por nossa carga genética em combinação com dos fatores citados acima.

Texto extraído do livro “Mudança de Hábito Alimentar” 

 

Mudança Hábito Alimentar
Mudança Hábito Alimentar

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Hipotireoidismo Subclínico, Conheça seus Sinais e Sintomas

Hipotireoidismo Subclínico, Conheça seus Sinais e Sintomas

hipotireoidismo subclínico, ainda pouco conhecido, pode estar por trás da dificuldade para emagrecer que muitas mulheres apresentam, mesmo fazendo dietas e praticando atividade física.

Entenda como funciona a sua tireoide

A tireoide é uma glândula em forma de asa de borboleta localizada no pescoço, que produz os hormônios regem todo nosso metabolismo.
Os hormônios produzidos pela tireoide são a Tri-iodotironina (T3) e a Tiroxina (T4).

A produção destes hormônios é controlada pelo TSH (Hormônio Estimulador da Tireoide) que é produzido pela hipófise.
A tireoide produz 80% de T4 e 20% de T3. O T4 será convertido em T3 nas células alvos, onde ele vai atuar, pois o T4 não é ativo.

T4 não é hormônio

O T4 que dosamos no sangue, não é um hormônio ativo, ele precisa ser convertido para T3. Este processo consiste na retirada de 1 iodo por enzimas chamadas deiodinases. Para fazerem está retirada, estas enzimas necessitam de nosso corpo tenha níveis suficientes de Selênio e Zinco, caso contrário os níveis de T3 serão insuficientes.
De forma simplificada, se a tireoide está lenta o TSH se eleva, caso ela esteja produzindo T3 e T4 de forma equilibrada o TSH fica dentro dos valores normais.
Além do T3 e T4 a tireoide produz também a Calcitonina, que é um hormônio que reduz os níveis de Cálcio no sangue.

Sinais e sintomas de Hipertireoidismo

Se a produção de T3 e T4 estiver elevada, apresenta-se um quadro de HIPERTIREOIDISMO, no qual os principais sintomas principais são:

  • Agitação acentuada
  • Sudorese aumentada
  • Taquicardia
  • Perda de peso acentuada
  • Olhos saltados

O hipertireoidismo não é comum, é mais prevalente entre os homens.

hipotiroidismo subclínico
hipotireoidismo subclínico

Hipotireoidismo Subclínico, sinais e sintomas 

Caso a produção de T3 e T4 esteja abaixo do normal, a pessoa apresenta HIPOTIREOIDISMO onde os principais sintomas são:

  1. Muito cansaço e desânimo, sem causa aparente
  2. Fadiga crônica
  3. Dores pelo corpo
  4. Fibromialgia
  5. Pele seca
  6. Queda de cabelo
  7. Unhas fracas
  8. Libido diminuída
  9. Infecções recorrentes
  10. Confusão mental (brain fog)
  11. Diminuição da memória e da concentração
  12. Ganho de peso sem grandes exageros alimentares
  13. Dificuldade para emagrecer e facilidade para engordar
  14. Metabolismo lento
  15. Sensibilidade ao frio (precisa colocar meias para dormir)
  16. Dificuldade para transpirar, mesmo fazendo exercícios
  17. Rouquidão
  18. Palpitações
  19. Ansiedade
  20. Depressão
  21. Enxaqueca
  22. Elevação dos níveis de colesterol (mesmo com alimentação adequada)
  23. Desejo de doces
  24. Constipação intestinal
  25. Retenção de líquidos e inchaço
  26. Irregularidades no ciclo menstrual

Porque as mulheres têm mais dificuldade para emagrecer do que os homens?

hipotireoidismo é muito mais frequente entre mulheres, mais de 90% dos casos ocorrem em mulheres.
Em grande parte dos indivíduos com sobrepeso, e mesmo pessoas com hipotireoidismo, os exames de função tireoidiana podem estar dentro da normalidade.
Devemos ficar atentos aos casos em que pacientes tenham sintomas clínicos de hipotireoidismo mesmo apresentando TSH, T4 e até T3 dentro dos limites da normalidade. Nestes casos, a clínica pode ser mais importante do que os dados laboratoriais, pois esta pessoa pode estar a caminho de um hipotireoidismo, só que naquele momento, ainda não houve alteração significativa nos exames laboratoriais.
As faixas de normalidade para TSH e T4 já foram alteradas em 2009 nos USA, porém no Brasil ainda continuamos usando os parâmetros antigos. Poucos laboratórios fizeram estas alterações até o momento, e por consequência, muitos casos de hipotireoidismo deixam de ser diagnosticados e tratados.

Como agem os hormônios

É importante saber que a ação de qualquer hormônio, depende de 4 fatores:

  • A produção do hormônio pela glândula
  • O transporte deste hormônio pelo sangue (feito por uma globulina)
  • A ligação e ação no receptor no alvo onde ele irá atuar.

Em tese podemos ter problemas em qualquer um destes fatores. Portanto não devemos simplificar demais as coisas e achar que se os níveis hormonais estiverem Ok, tudo vai estar funcionando perfeitamente. Para a tireoide em especial, isso é muito verdadeiro.

Porque os médicos quase não diagnosticam o Hipotireoidismo Subclínico?

Na prática, nós médicos deixamos de diagnosticar pelo menos 50% dos casos de hipotireoidismo.

A tireoide, do meu ponto de vista, é a glândula mais difícil de ser compreendida. Para se ter uma ideia disso, quando nosso corpo não consegue converter T4 para T3, aumentamos a produção de rT3 (T3 reverso), que tem ação oposta ao T3, isto é, faz com que nosso metabolismo basal se reduza e por consequência ocorre ganho de peso e falta de energia, entre muitas alterações. Resumindo, mesmo com TSH e T4 normais, nosso corpo apresenta um hipotireoidismo funcional, mas não laboratorial.
Casos em que os níveis de T4, T3 e TSH estão dentro da normalidade, porém os sinais e sintomas de hipotireoidismo são evidentes, têm sido diagnosticados como Hipotireoidismo Subclínico. Na prática seria uma situação de pré-hipotireoidismo laboratorial, onde a tireoide está funcionando, porém de forma não otimizada.
Indivíduos com hipotireoidismo subclínico podem apresentar ganhos discretos de peso e dificuldade para emagrecer, sensibilidade ao frio, alterações menstruais entre outros sintomas, dependendo do nível de queda do T4 e T3.

A tireoidite de Hashimoto é a principal causa de hipotireoidismo. Neste caso o nosso sistema imune reconhece a tireoide como uma estrutura estranha e passa a ataca-la.

Outro fator também muito importante, é a carência crônica de iodo na nossa alimentação. O iodo presente no sal de cozinha, é suficiente apenas para evitar o bócio, mas não é suficiente para nutrir todas as nossas necessidades deste mineral.

Os Tratamentos Naturais podem ajudar a tratar o Hipotireoidismo

A hipofunção da tireoide também pode ocorrer por deficiência do Iodo ou por excesso de outras substâncias halógenas como Flúor, Cloro e Bromo em nosso corpo.
Muitos casos de hipotireoidismo podem ser tratados com terapias naturais, como a fitoterapia, Medicina Ortomolecular, a Fitoterapia e a Acupuntura, de forma exclusiva ou em associação com os tratamentos convencionais, com boas chances de sucesso.

 

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Hipotireoidismo, entenda quando os Tratamentos Não Resolvem os Sintomas

Hipotireoidismo, entenda quando os Tratamentos Não Resolvem os Sintomas

A tireoide, essa glândula em forma de asa de borboleta que fica na parte anterior do pescoço, influencia praticamente todas as células do organismo.

Os dados mostram que cerca de 60% das pessoas com disfunção tireoidiana não sabem que estão nesta condição.

Disfunções da tireoide podem estar associados a quadros de fibromialgia, síndrome do intestino irritável, eczema, gengivite e distúrbios autoimunes, por exemplo

As mulheres são muito mais susceptíveis ao mau funcionamento da tireoide do que os homens, algo como 9 mulheres para cada 1 homem afetados por hipotireoidismo.

Funcionamento da Tireoide

A glândula tireoide secreta quatro hormônios: T1, T2, T3 e T4. O número indica o número de moléculas de iodeto ligadas ao hormônio.

Os hormônios tireoidianos interagem com outros hormônios, tais como insulina, cortisol e hormônios sexuais.

O câncer da tireoide age de forma diferente de outros tipos de câncer

Embora não seja minha área, gostaria de fazer alguns comentários acerca do câncer de tireoide.

Sem dúvida a detecção precoce dos canceres em geral, sem dúvida melhora muito o prognóstico e a qualidade de vida de quem apresenta este quadro.

Mas no caso do câncer de tireoide, as cosas parecem não funcionar desta forma. Boa parte dos cânceres de tireoide evoluem muito lentamente, e a glândula poderia ser preservada, evitando-se assim procedimentos mais radicais. Claro que em alguns casos, é necessário sim um procedimento mais agressivo.

Porém em muitos casos, o rastreamento do câncer de tireoide produzirá um resultado falso positivo, encontrando cânceres que jamais cresceriam na forma de tumores ameaçadores à vida. No entanto, uma vez descoberto, a maioria dos médicos sente-se na obrigação de recomendar tratamento que geralmente inclui remoção da glândula tireoide, o que pode produzir efeitos colaterais significantes.

Talvez você tenha Hipotireoidismo e não saiba

hipotireoidismo sinais sintomas
hipotireoidismo sinais sintomas

O número de pessoas diagnosticadas com hipotireoidismo, nos Estados Unidos aumentou tanto que a Levotiroxina (T4) é o medicamento mais prescrito, ultrapassando as estatinas em 2015.

Foi feito um estudo na Europa no qual os pesquisadores compararam os resultados da administração de T4 com os exames laboratoriais para medir função tireoidiana, justamente para avaliar a eficácia deste tratamento.

Os médicos geralmente solicitam um teste de TSH, prescrevendo medicamentos quando os níveis estão levemente elevados, mesmo que o paciente não reclame de sintomas significantes.

Mas o que mais acontece é o contrário, pacientes com sintomatologia exuberante de hipotireoidismo, com exames dentro da normalidade, ficam sem tratamento adequado, até que os exames se alterem. Infelizmente a maioria dos médicos desconhecem o hipotireoidismo subclínico, no qual os exames estão normais.

Retardantes de chamas afetam o funcionamento da Tireoide

A medida que envelhecemos, o hipotálamo, a hipófise e a tireoide também envelhecem, logo é esperado que o envelhecimento produza um certo grau de hipotireoidismo em quase todos nós.

Deficiência de Iodo e função tireoidiana

Existem muitos fatores externos e internos que também podem diminuir a ação dos hormônios da tireoide.

Embora existam controvérsias, acredito que grande parte da população do planeta apresenta alguma deficiência de iodo. A iodetação do sal de cozinha serve apenas para evitar o aparecimento do bócio, mas não consegue suprir nossas necessidades de iodo e iodeto.

A propósito, tireoide absorve iodo na forma de iodeto, porém outros órgãos como as mamas, a pele, a próstata, ovários, esôfago necessitam de iodo.

Porém a presença de iodo na nossa dieta, não é suficiente para o bom funcionamento da tireoide, pois os minerais como cloro, flúor e bromo são “concorrentes” do iodo.

“Concorrentes” do Iodo

O T4 é formado de 2 moléculas de tirosina e 4 átomos de iodo, em tese.

Com a excessiva presença de cloro e flúor na água e em outros produtos, e do bromo, no pão e também como retardante de chamas nos carpetes e nos carros. Podemos ter uma molécula de T4 composta pelas tirosinas, mas sem iodos, apenas com bromo, cloro e flúor. O que implica em ter um T4, não funcional, porém isso não pode ser detectado pelos exames disponíveis atualmente.

Sintomas de Hipotireoidismo

Alguns sintomas de hipotireoidismo são:

  1. Muito cansaço e desânimo, sem causa aparente
  2. Fadiga crônica
  3. Dores pelo corpo
  4. Fibromialgia
  5. Pele seca
  6. Queda de cabelo
  7. Unhas fracas
  8. Libido diminuída
  9. Infecções recorrentes
  10. Confusão mental (brain fog)
  11. Diminuição da memória e da concentração
  12. Ganho de peso sem grandes exageros alimentares
  13. Dificuldade para emagrecer e facilidade para engordar
  14. Metabolismo lento
  15. Sensibilidade ao frio (precisa colocar meias para dormir)
  16. Dificuldade para transpirar, mesmo fazendo exercícios
  17. Rouquidão
  18. Palpitações
  19. Ansiedade
  20. Depressão
  21. Enxaqueca
  22. Elevação dos níveis de colesterol (mesmo com alimentação adequada)
  23. Desejo de doces
  24. Constipação intestinal
  25. Retenção de líquidos e inchaço
  26. Irregularidades no ciclo menstrual

Outras formas de tratar o Hipotireoidismo 

Existem diversas estratégias naturais que podem ajudar a regularizar o funcionamento tireoidiano.

Na Ortomolecular podemos utilizar procedimentos que vão desde a destoxificação das substancias que podem estar impedindo o transporte e a ação dos hormônios tireoidianos, a suplementação de iodo, zinco, selênio, tirosina, por exemplo que irão ajudar na síntese T4 e T3.

Também podemos tratar os sintomas resultantes do hipotireoidismo com a Acupuntura e com a Fitoterapia.

 

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.