Medicamentos Receitados são Causa Importante de Mortes

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Medicamentos receitados por médicos perfazem uma das maiores causas de morte a cada ano e, pasme, o problema chegou a atingir proporções epidêmicas, conforme conclusões de pesquisadores em artigo publicado na revista médica Journal of Clinical Psychiatry, neste ano de 2011. A taxa, que é maior que a que se refere a fatalidades por acidentes de trânsito, é equivalente às consequências de uma queda de avião a cada dia, por 6 meses.
Cerca de 27.500 pessoas morreram nos Estados Unidos em 2007 por “overdoses” não intencionais.

Isto significou uma perda de vidas 4.6 vezes maior do que o total de mortes de americanos no Iraque e Afeganistão desde o início dos respectivos conflitos.

Em 20 estados americanos, “overdoses” não intencionais de medicamentos prescritos representam a principal causa de morte, segundo cientistas do U S. Center for Disease Control and Prevention (CDC).

Os principais culpados são os analgésicos mais potentes, incluindo a morfina, os anti-inflamatórios e algumas associações usadas no combate a tosse e infecções.

Estes são os maiores responsáveis e superam os casos de morte provocados pelo abuso de heroína e cocaína combinados. Entre 2004 e 2008, o número de internações hospitalares devido à sobrecarga de medicamentos simplesmente dobrou nos Estados Unidos.

Os médicos são parcialmente responsáveis pelas mortes, dizem os pesquisadores. Mas por quê?

A principal razão é que prescrevem múltiplos medicamentos ao mesmo tempo, incluindo fortes analgésicos juntamente a tranquilizantes, antidepressivos e remédios especificamente indicados para dormir.

É importante que isso sirva de alerta para que possamos refletir bem antes de nos submetermos a intervenções medicamentosas, principalmente quando procuramos atendimentos em postos de Pronto Socorro onde, não conhecendo bem os pacientes, os médicos socorristas lançam mão de todos e quaisquer recursos para aliviarem as queixas dos pacientes sem tempo suficiente para melhor avaliação de cada caso.

Devemos nos lembrar que todo remédio sintético é estranho ao organismo e, por isso mesmo, pode produzir efeitos colaterais. Estes, quando brandos, podem ser contornados com mais facilidade, mas quando chegam à possibilidade de provocarem a morte, devemos pensar com mais profundidade.
A grande diferença entre um remédio e um veneno, é a sua dose.

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Formação e Pós-Graduação Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp em 1981 Pós-Graduação em Homeopatia, pela Associação Médica Homeopática do Paraná Título de especialização em Homeopatia pela Associação Médica Brasileira de Homeopatia (AMHB) em 1990. RQE: 69860 Pós-Graduação em Acupuntura pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) Título de especialização em Acupuntura pelo Colégio Brasileiro de Acupuntura (CBA) em 1993. RQE: 69859 Livros Publicados “Mudança de Hábito Alimentar”, publicado em 1995, atualmente na 4ª edição “Emagrecer, porque só fechar a boca não resolve”, primeira edição em 2014. Áreas de Atuação Sócio proprietário da Clínica Salutaris, que foi criada na cidade de Campinas, SP em 1985. A nossa atuação se dá nas áreas, Homeopatia, Acupuntura e Medicina Ortomolecular. A proposta do meu trabalho, é através de um tratamento personalizado, considerando a individualidade de cada pessoa, não apenas tratar doenças, principalmente preveni-las. A busca pelo equilíbrio bioquímico e energético, é o melhor caminho para atingirmos um nível ótimo de saúde, e com isso ampliarmos ao máximo nosso período de vida saudável e encurtarmos o nosso tempo de doença. Este objetivo pode ser atingido através de várias estratégias, que vão da mudança de estilo de vida, de hábitos alimentares, eliminação de toxinas que nos fazem adoecer, chegando a suplementação de vitaminas, minerais, nutracêuticos e fitonutrientes. Terapias como Homeopatia e Acupuntura são ótimas ferramentas que tratarmos desequilíbrios de ordem mental e emocional, e podem ser utilizadas quando necessárias. Mudanças no estilo de vida, como atividade. Por fim, a proposta do nosso é tratar o paciente de uma forma individualizada, e o mais completa.

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