Magnésio Baixo e Hipertensão Arterial, Saiba Porque

Magnésio Baixo e Hipertensão Arterial, Saiba Porque

A maior causa de morte no mundo são as doenças cardiovasculares. A hipertensão arterial, que afeta quase 1/3 das pessoas, quando não diagnosticada e tratada, aumenta os riscos de AVC e infarto do miocárdio.

A boa notícia é que o Magnésio pode Reduzir a Hipertensão Arterial.

A hipertensão arterial é quase sempre assintomática, o que faz com que seu diagnóstico e tratamento sejam feitos tardiamente.

Valores acima de 140/80 são normalmente diagnosticados como hipertensão. Porém aqui cabe uma ressalva, nossa pressão arterial é dinâmica, isto é, muda de valor ao longo do dia.

Costuma ser mais elevada no período da manhã, fato que explica porque a ocorrência de infartos do miocárdio é mais frequente neste período do dia.

Boa das pessoas com hipertensão pode regularizar a pressão arterial através de mudanças no estilo de vida como: mudança de hábitos alimentares, prática de exercícios e suplementação com magnésio por exemplo.

Porque o Magnésio é Importante Para Bom o Funcionamento do Coração

Quando se fala do magnésio, é sempre importante lembrar, que ele deve ser usado sempre em conjunto com o cálcio, pois a proporção entre eles deve se manter estável em no corpo.

O uso adequado destes dois minerais pode controlar boa parte das hipertensões arteriais, quando sua causa for a deficiência de um deles.

O magnésio é o quarto mineral mais abundante no nosso corpo, está envolvido no funcionamento de mais de 350 enzimas no nosso corpo.

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Entre as principais ações do magnésio, estão:

  • Ação sobre relaxamento do músculo do coração (diástole)
  • Formação dos ossos e dentes
  • Funcionamento intestinal adequado
  • Geração de energia: através do ATP (trifosfato de adenosina), que são moléculas de energia
  • Regula a glicemia
  • Relaxamento dos vasos sanguíneos

O magnésio foi muito usado há algumas décadas atrás em doenças cardiovasculares.

Existem estudos mostrando o uso intravenoso de magnésio reduziu a mortalidade em mais da metade dos pacientes que sofreram um ataque cardíaco.

Em um desses estudos, criou-se um protocolo para administração de magnésio o mais rápido possível depois do início de um ataque cardíaco, antes de qualquer outro medicamento.

Quando esses critérios foram seguidos, houve uma forte redução nos danos ao miocárdio, e nem hipertensão ou arritmia cardíaca se desenvolveram.

O magnésio atua no coração das seguintes formas:

  • Atua no relaxamento do músculo do coração
  • Compensa a ação do cálcio, que contrai o músculo cardíaco
  • Dilata os vasos sanguíneos
  • Dissolver os coágulos sanguíneos
  • Durante o infarto do miocárdio, age como antioxidante contra os radicais livres que se formam no local da lesão
  • Durante o infarto do miocárdio, diminui a área de lesão e previne as arritmias

Sinais de que Você Precisa de Mais Magnésio

O magnésio é um mineral predominantemente intracelular, apenas 1% dele está no sangue. Por esse motivo a dosagem de magnésio no sangue, não é um bom indicador dos nossos níveis deste mineral tão essencial.

Estima-se que 80% da população americana esteja carente de magnésio. Acredito que no Brasil, nossos índices sejam semelhantes, pois assim como nos USA, nosso solo também é muito pobre em magnésio, pois não temos água magnesiana, por ausência de vulcões em nosso país.

Como a dosagem de magnésio no sangue, é reflete seus níveis no nosso corpo, devemos nos guiar pelos sinais e sintomas da falta dele:

  • Arritmia
  • Cansaço e fraqueza
  • Contrações e cãibras musculares
  • Convulsões
  • Dormência e formigamento
  • Espasmos das artérias coronárias (angina)
  • Náusea e vômitos
  • Perda de apetite

As melhores fontes naturais de magnésio são as verduras verde-escuras. Abacates e amêndoas também são ricos em magnésio.

As Causas Mais Comuns de Pressão Alta

Ao contrário do que muitos imaginam a causa mais comum de hipertensão, não é o excesso de sal e nem a falta de magnésio, mas sim o excesso de produção de insulina pelo pâncreas, causada por uma alimentação rica em carboidratos.

A relação entre resistência à insulina e hipertensão, é um exemplo de quão devastadores são os efeitos da associação de níveis altos de insulina, leptina e glicose no sangue.

Grande parte dos médicos brasileiros costuma pedir apenas a dosagem da glicemia, poucos solicitam a dosagem de insulina de jejum, a menos que o paciente apresente antecedentes de diabetes na família.

Os níveis ideais da insulina em jejum deve estar entre 2 ou 3. Se estiver acima de 5 ou mais de 10, é importante que se tomem as providências para que estes níveis diminuam.

Se a hipertensão for resultado direto de um nível de açúcar elevado no sangue, a regularização desses níveis normalizará a pressão arterial

3 Dicas para Baixar a Pressão Arterial Naturalmente

  1. Exercícios físicos: procurar associar atividade aeróbia com musculação, para que haja uma redução mais rápida dos níveis de insulina e por consequência da hipertensão
  2. Alimentação voltada para a redução dos níveis de insulina: evitar carboidratos que aumentam a produção de insulina, como grãos e doces como: massas, arroz, pães, bolos e batatas
  3. Melhore seus níveis de vitamina D: os níveis de vitamina D tem papel importante na normalização da pressão arterial

É importante frisar que, o uso de medicamentos anti-hipertensivos, são absolutamente necessários em casos em que a pressão arterial está muito elevada.

O uso das medidas acima citadas podem e devem ser implementadas em concomitância com o tratamento convencional, pois ele não está tratando a causa da hipertensão, pois quase na maioria das vezes, se diz que a hipertensão é essencial, isto é, nos médicos não sabemos a causa.

Abaixo temos algumas alterações que podem hipertensão arterial:

  • Ácido úrico elevado
  • Deficiência de magnésio
  • Deficiência de vitamina D
  • Hipotireoidismo
  • Insulina elevada

Finalizando, quem está usando qualquer anti-hipertensivo, e quiser fazer suplementação de Magnésio ou vitamina D, procure por seu médico e NÃO SUSPENDA SEU MEDICAMENTO PARA HIPERTENSÃO sem autorização expressa dele!

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Magnésio Saiba como a Sua Deficiência Afeta a Nossa Saúde

Magnésio Saiba como a Sua Deficiência Afeta a Nossa Saúde

O magnésio é um mineral extremamente importante para o nosso corpo. A maior parte dele está armazenada nos ossos e órgãos.

Como é um mineral intracelular, sua dosagem no sangue não consegue refletir com exatidão seus níveis reais. Saiba como a Falta de Magnésio afeta a nossa Saúde.

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Sintomas como cansaço fácil, fraqueza muscular, arritmias cardíacas, câimbras e espasmos musculares, podem ser indicadores de falta de magnésio.

Pesquisas americanas dão conta de 80% dos americanos apresentam carência de magnésio. Acreditasse que no Brasil a situação seja semelhante, pois tanto o solo brasileiro quanto o americano são carentes em magnésio.

A dose recomendada de magnésio é de cerca de 400 mg/dia para homens e 300 mg/dia.

Porém estas são as doses mínimas para minimizar deficiências, doses mais altas são necessárias para manter nossa fisiologia otimizada. Estas doses maiores são calculadas levando-se em conta o peso do paciente.

Problemas de Saúde Associados à Deficiência de Magnésio

Os músculos e o coração têm sido mais associados ao magnésio, mas estudos mostram que ele está presente em quase 4000 proteínas em nosso corpo.

Existem mais de 300 enzimas no nosso corpo, onde o magnésio participa como cofator.

Ele desempenha um papel importante nos processos de destoxificação do nosso organismo, ajudando a reduzir os danos causados por produtos químicos ambientais, metais pesados e outras toxinas.

O magnésio é necessário também para:

  • Os músculos e nervos
  • Gerar energia, ativando a adenosina trifosfato (ATP)
  • Atuar como precursor de neurotransmissores como a serotonina
  • Servir como um bloco de construção para a síntese de RNA e DNA
  • Digestão de proteínas, carboidratos e gorduras

A carência de Magnésio está associada a inúmeras patologias, como se pode ver a seguir:

  • Ansiedade
  • Asma
  • Cistites
  • Crises de pânico
  • Depressão
  • Diabetes
  • Doença de Raynaud
  • Doenças cardiovasculares
  • Doenças intestinais
  • Doenças musculoesqueléticas: fibromialgia, dores crônicas, câimbras
  • Eclampsia
  • Enxaqueca
  • Fadiga crônica
  • Hipertensão arterial
  • Hipoglicemia
  • Insônia
  • Osteoporose
  • Problemas nos nervos
  • TPM

Falta de Magnésio no Diabetes, Câncer e Outras Doenças

Além da importância do magnésio para os ossos, coração, músculos e muitas doenças crônicas, ele também é essencial para regulação do metabolismo da glicose, reduzindo a resistência insulínica, e desta forma podendo prevenir o desenvolvimento ou a evolução do diabetes.

Por conta desta ação do magnésio sobre a resistência insulínica, descobriu-se também, que ele pode, por reduzir esta resistência, diminuir a incidência de câncer de intestino.

Sabemos que, para saúde óssea o cálcio é extremamente importante, mas tão importante quando ele é o magnésio, pois estes minerais junto com as vitaminas D3, K2 e o colágeno são os principais constituintes do tecido ósseo.

Fatores que Podem Influenciar os Níveis de Magnésio

Em função da carência e magnésio no nosso solo, é difícil conseguirmos quantidades suficientes deste mineral apenas pela dieta.

Herbicidas como o glifosato também atuam como quelantes, diminuindo a absorção e utilização de minerais pelo corpo.

Como resultado disso, é difícil encontrar alimentos realmente ricos em magnésio e outros minerais importantes.

Entre os alimentos que são boas fontes de magnésio estão: os vegetais de folhas escuras (espinafres, couve, acelga), as algas, o abacate, nozes, sementes de girassol, abóbora e gergelim por exemplo.

Existem alguns fatores que podem interferir na absorção do magnésio, além dos pesticidas e herbicidas:

  • Certos remédios como: diuréticos, antibióticos (como gentamicina e tobramicina), corticosteroides (prednisona), antiácidos e a insulina
  • Existem algumas doenças do sistema digestivo que podem prejudicar a capacidade de absorver o magnésio, como a doença de Crohn, aumento de permeabilidade intestinal, síndrome do intestino irritado entre outras
  • Idade mais avançada (os adultos mais velhos são mais suscetíveis a ser deficientes em magnésio porque a absorção diminui com a idade e os idosos são mais suscetíveis a tomar remédios que podem interferir na absorção)
  • Ingestão excessiva de refrigerante ou cafeína
  • Menopausa

O Cálcio, a Vitamina K2, a Vitamina D e o Magnésio devem Estar em Equilíbrio 

Quem está consumindo qualquer um dos seguintes: magnésio, cálcio, vitamina D3 ou vitamina K2, precisa levar em consideração todos eles em conjunto, pois eles funcionam de forma sinérgica, isto é, um dá suporte ao outro.

Por exemplo, sabemos que a vitamina K2, mantém o cálcio onde ele deve ficar.

Caso se use suplemento de cálcio sem a vitamina K2, este cálcio em excesso poderá se acumular na parede dos vasos, causando a formação de placas ateromatosas, que poderão causar AVCs e obstrução das coronárias, por exemplo.

Outra situação seria o caso de se consumir vitamina D via oral, sem suplementar vitamina K2 e magnésio.

Consumir altas doses de vitamina D sem quantidades suficientes de vitamina K2 e magnésio pode levar a sintomas de toxicidade por vitamina D e deficiência de magnésio, levando à uma calcificação inadequada.

A suplementação de magnésio não deve ser feita de forma isolada, pois os níveis este mineral tem relação com os níveis do cálcio, é um desequilíbrio desta proporção, pode levar a casos de morte súbita por falência cardíaca.

Esta situação pode ocorrer, por exemplo quando se transpira muito, por atividade física ou sauna, onde se perde muito magnésio, e o coração para de bater.

Nestes casos, não é um enfarto do miocárdio, mas uma parada cardíaca, por excesso de cálcio e falta de magnésio, o coração contrai e não consegue relaxar, por falta de magnésio.

Este quadro não é comum, mas pode ocorrer mesmo em adultos jovens.

A falta de equilíbrio entre esses nutrientes é uma das razões pelas quais os suplementos de cálcio se tornaram associados a um aumento no risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

Quando os níveis de vitamina K2 otimizados, ele consegue remover os excessos de cálcio que se acumula nos vasos e tecidos moles, e direciona-lo para os ossos, evitando assim osteoporose e doenças cardiovasculares.

Consumir altas doses de vitamina D, sem quantidades suficientes de K2 e magnésio pode levar a sintomas de deficiência de magnésio, que incluem a calcificação inadequada dos vasos, que pode levar a doenças cardiovasculares.

Falta de Magnésio e Excesso de Cálcio e os Ossos

 As mulheres têm sido aconselhadas a consumir suplementos à base de cálcio para evitar osteoporose.

Muitos alimentos foram fortificados com cálcio para evitar a deficiência de cálcio na população em geral.  Apesar de tais medidas, a osteoporose continua ocorrendo.

Por muitas décadas acreditamos que precisaríamos de duas vezes mais cálcio do que magnésio.

A maioria dos suplementos reflete isso. Com esta recomendação, estamos em uma situação que as pessoas estão consumindo 1.200 a 1.500 miligramas de cálcio e alguns miligramas de magnésio.

A proporção 2:1 foi um erro; originado de uma tradução errônea do pesquisador Francês Jean Durlach, que disse: “Jamais supere duas partes de cálcio para uma parte de magnésio ao consumir alimentos, água ou suplementos combinados.”

Isto foi mal interpretado como se a proporção 2:1 fosse a proporção adequada, e não está correto. A proporção mais adequada de cálcio para magnésio é 1:1.

Fontes Naturais de Cálcio e Magnésio

Podemos consumir quantidade suficiente de cálcio através das castanhas, sementes, verduras de cor verde-escura e produtos lácteos.

A agricultura moderna empobreceu a maior parte dos solos contendo minerais benéficos, tais como o magnésio.

Alimentos orgânicos cultivados biologicamente (cultivados em solo tratado com fertilizantes minerais), podem ainda conseguir boas quantidades de magnésio através do alimento.

A clorofila possui um átomo de magnésio em seu núcleo, permitindo que a planta use a energia do sol.

Algas marinhas e vegetais de folhas verdes, tais como espinafre e acelga, são excelentes fontes de magnésio, assim como feijões, castanhas e sementes, como as de abóbora, girassol e gergelim, por exemplo.  Abacates também contêm magnésio.

Dicas Para Quem tem Deficiência de Magnésio

Sucos verdes de vegetais orgânicos são uma boa forma natural de elevar os níveis de magnésio, porém a quantidade de magnésio varia de acordo com o solo em que foram plantados esses vegetais.

O uso de suplementos de magnésio, do meu ponto de vista, é a forma mais prática, pois a maior parte das pessoas não tem determinação suficiente para consumir o suco verde regularmente de forma diária.

Existem Várias Formas de Reposição de Magnésio

Existem vários compostos de magnésio disponíveis atualmente. Cada um deles apresenta quantidades diferentes de magnésio, e também absorção e biodisponibilidade diferentes.

A seguir apresento uma lista com alguns compostos de magnésio e suas indicações:

Magnésio glicina: é uma forma quelada de magnésio que fornece níveis os mais altos de absorção e biodisponibilidade e é tipicamente considerado ideal para aqueles que estão tentando corrigir uma deficiência deste mineral.

Cloreto de Magnésio: apesar de conter apenas 12% de magnésio, ele tem uma absorção melhor do que outros compostos, como o óxido de magnésio, que contém cinco vezes mais magnésio.

Carbonato de Magnésio: possui propriedades antiácidas, contém 45% de magnésio, porém apresenta baixa biodisponibilidade.

Sulfato de Magnésio e Hidróxido de Magnésio: (leite de magnésia) são tipicamente usados como laxantes.

Citrato de Magnésio: é o magnésio com ácido cítrico, que como a maioria dos suplementos de magnésio tem propriedades laxantes, é bem absorvido e de baixo custo.

Taurato de Magnésio: contém uma combinação de magnésio e taurina, que é um aminoácido. Juntos, eles tendem a proporcionar um efeito calmante.

Treonato de Magnésio: é o mais novo suplemento de magnésio Devido à sua capacidade de penetrar a membrana mitocondrial e também a barreira hematoencefálica, pode ser útil no tratamento e prevenção da demência senil, Alzheimer e na melhora da memória. Atualmente é um suplemento de magnésio ainda muito caro.

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Suplementos de Magnésio, Conheça as Melhores Formas

Suplementos de Magnésio, Conheça as Melhores Formas

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No Brasil temos carência de magnésio no solo, por isso devemos usar suplementos de Magnésio, para este mineral é extremamente importante para nossa saúde.

Frequentemente me perguntam qual é a melhor forma de suplementação do magnésio.
De acordo com a Sociedade Americana de Quiropraxia estima-se que 68 a 80% da população dos Estados Unidos é deficiente em magnésio mineral essencial. O mesmo se passa no Brasil.
O magnésio é mais abundante no solo de países onde existem vulcões, por consequência nosso solo é carente deste mineral.

Por que Devemos Usar Suplementos de Magnésio?

A carência do magnésio no solo dificulta a sua reposição adequada através apenas da alimentação, pois embora o encontremos em muitos alimentos, a quantidade de determinado alimento necessária para uma suplementação adequada seria muito grande.
A diminuição da quantidade de magnésio em frutas, legumes, grãos e verduras, aliada ao uso crescente de alimentos industrializados agravaram a carência de magnésio em nosso corpo nas últimas décadas.
O fato é que tanto brasileiros quanto americanos possuem baixas quantidades de magnésio em sua alimentação diária e necessitam de alguma suplementação.

O Que a Falta de Magnésio Pode Causar

O magnésio é um mineral muito importante em inúmeras reações bioquímicas em nossas células.
A carência de magnésio está presente em várias patologias como a osteoporose (juntamente com o cálcio e a vitamina D), na depressão e no stress onde sua falta diminui a formação de serotonina.
Como o magnésio está envolvido com o processo de relaxamento muscular, pode ser usado nas dores musculares crônicas e também ajuda no controle da hipertensão arterial, pois relaxa o tecido muscular das artérias.
Também pode ser útil no diabetes e na redução do tecido gorduroso, pois atua no metabolismo da glicose, reduzindo a resistência à insulina.

Pensando em Tomar Magnésio?

Atualmente muitas pessoas buscam repor o magnésio, muitas vezes por conta própria.
É importante frisar que NÃO RECOMENDO o uso sem orientação de um profissional médico ou nutricionista, pois eles poderão indicar qual é a melhor forma e dose para cada pessoa.
Como para ser absorvido o magnésio precisa estar ligado a uma outra substância, que pode ser outro mineral ou um aminoácido por exemplo, abaixo segue alguns compostos com magnésio.

Alguns Suplementos de Magnésio

Formas mais bem absorvidas:

Citrato de Magnésio é o suplemento de magnésio mais popular, provavelmente porque é barato e de fácil absorção. Dado que o ácido cítrico é um laxante suave, as funções de citrato de magnésio como um auxiliar da obstipação/prisão de ventre, assim como uma excelente fonte de magnésio. É uma ótima opção para pessoas com constipação, mas não é adequado para aqueles que evacuam várias vezes ao dia.

Magnésio Taurina ou taurato de magnésio, é a melhor escolha de suplemento de magnésio para pessoas com problemas cardiovasculares, uma vez que ele é conhecido por prevenir arritmias e proteger o coração dos danos causados por ataques cardíacos. O Taurato magnésio é facilmente absorvido (magnésio e taurina para estabilizar as membranas celulares juntos) e não tem propriedades laxantes.

Magnésio Dimalato ou dimalato de magnésio é uma escolha fantástica para pessoas que sofrem de fadiga, uma vez que o ácido málico, um ácido natural presente na maioria das células do corpo, é um componente vital de enzimas que desempenham um papel fundamental na síntese de ATP e energia produção. Uma vez que as ligações iônicas de magnésio e ácido málico são facilmente quebradas, malato de magnésio também é altamente solúvel.

Magnésio Glicina: ou glicinato de magnésio (magnésio ligado com a glicina, um aminoácido não essencial) é uma das formas mais bio disponíveis e absorvíveis de magnésio e também o menos provável de induzir diarreia. Ele é a opção mais segura para corrigir uma deficiência de longo prazo.

Cloreto de Magnésio: Embora o cloreto de magnésio contenha apenas cerca de 12 % de magnésio elementar, tem uma taxa de absorção impressionante é a melhor forma de levar a magnésio para desintoxicar as células e os tecidos. Além disso, o cloreto de magnésio auxilia a função renal e pode estimular o metabolismo. O grande inconveniente desta forma de magnésio é o sabor nada agradável.

Carbonato de Magnésio: é uma outra forma popular, bio disponível de magnésio que na verdade, se transforma em cloreto de magnésio, quando se mistura com o ácido clorídrico no nosso estômago. É uma boa opção para pessoas que sofrem de indigestão e refluxo ácido, pois contém propriedades antiácido.

Formas menos bio disponíveis:

Óxido de Magnésio: O óxido de magnésio é a forma mais comum de magnésio vendidos nas farmácias, mas não é quelado e possui uma taxa de absorção deficiente comparado com aquelas listadas acima.

Sulfato de Magnésio: O sulfato de magnésio, também chamado de sal de Epsom, é uma ajuda para a obstipação, para aliviar asma e para relaxar os músculos, mas uma fonte insegura de magnésio na dieta, uma vez que é fácil produzir uma overdose dada a sua rápida absorção. Os Sais de Epsom são mais usados em banhos de emersão para aliviar a tensão e tratar da pele e músculos contraídos e doridos. Na sua forma injetável antigamente foi muito utilizado para crises de enxaqueca e no controle de hipertensão própria da gravidez.

Glutamato e Aspartato de Magnésio: Evite estas duas formas de magnésio completamente. Ácido glutâmico e ácido aspártico são componentes do perigoso adoçante artificial aspartame e ambos se tornam em neurotoxinas quando não são ligados a outros aminoácidos.

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.