Diabetes Tipo 2, Conheça Outros Tipos os Sinais e Sintomas

Diabetes Tipo 2, Conheça Outros Tipos e os Sinais e Sintomas

O diabetes tipo 2, é uma doença muito frequente, porém existem outros tipos, conheça seus sinais e sintomas.

Você sabia que o diabetes tipo 2 não aparece de repente? Antes que alguém seja diagnosticado como diabético, tem que passar por uma condição chamada de pré-diabetes.

Mas o grande problema é que mais da metade das pessoas que tem diabetes tipo 2 não sabe que tem a doença, e para piorar 90% das pessoas que estão na fase de pré diabetes deixam de ser diagnosticadas por nós médicos.

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Diabetes Tipo 1 e Dependência da Insulina

O diabetes tipo 1, que também é conhecido como diabetes juvenil ou insulinodependente. Neste tipo, a taxa de açúcar no sangue se eleva porque o pâncreas não produz insulina suficiente.

É um quadro relativamente raro, e geralmente se instala antes dos 20 anos de idade. Neste caso, o próprio sistema imunológico destrói as células do pâncreas que produzem insulina.

O resultado é a falta de produção de insulina. Os diabéticos tipo 1 precisam receber suplementação de insulina pelo resto de suas vidas.

Diabetes Gestacional

O diabetes gestacional, como o próprio nome diz, ocorre durante a gravidez, e costuma regredir após o parto, porém mulheres que o apresentam, tem chances maiores de desenvolver o diabetes tipo 2 no futuro.

Na maioria dos casos, não há nenhum sintoma, e um exame de glicemia durante a gestação é usado para o diagnóstico.

As estratégias de tratamento incluem monitoramento diário de glicemia, uma dieta saudável, exercícios físicos e observação do bebê.

Se a glicemia estiver muito elevada, é necessário utilizar medicamentos.

Diabetes Tipo 3

Mais recentemente, alguns pesquisadores têm chamado o mal de Alzheimer, de diabetes tipo 3.

Esta denominação surgiu, a partir da constatação de que um dos mecanismos do desenvolvimento do Alzheimer esteja associado a uma resistência a ação da insulina no cérebro.

Diabetes Tipo 2, é Possível Curar?

O diabetes mais comum é o tipo 2, que afeta 90 a 95% dos diabéticos. Neste tipo, o corpo produz insulina, mas não consegue utilizá-la corretamente.

O diabetes tipo 2 é sempre precedido pelo pré-diabetes. Este tipo, diferentemente do tipo 1, é adquirido por meio de uma dieta alimentar inadequada, com excesso de carboidratos, principalmente os refinados.

Na fase de pré-diabetes, o pâncreas começa a produzir cada vez mais insulina, para tentar regularizar a taxa de açúcar no sangue, que está elevada.

Porém, o excesso de açúcar no sangue, produz um tipo de “caramelização” das membranas celulares, impedindo que a insulina se ligue aos seus receptores, que estão nestas membranas.

Como a glicose não entra nas células, seu nível aumenta no sangue, e o pâncreas produz mais insulina, a isso chamamos de resistência à ação da insulina.

Nesta situação, o corpo sem energia, nos faz comer mais carboidratos, mantendo um círculo vicioso, até que chega ao ponto que o pâncreas não dá conta de produzir mais insulina, e o diabetes se instala.

O diabetes tipo 2 começa com a elevação progressiva dos níveis de insulina, que é a fase do pré diabetes, e finaliza com a perda da parcial ou total, da capacidade do pâncreas, de produzir insulina.

A fase de pré-diabetes, quando identificada, e corretamente tratada, com mudança de hábito alimentar, atividade física, suplementação de vitaminas e minerais e fitoterapia, pode perfeitamente evitar o diabetes tipo 2.

Mesmo quando já instalado, o diabetes tipo 2, pode ser muito melhorado, ou até revertido, pelas medidas citadas acima.

Resumindo, o diabetes tipo 2 pode ser totalmente evitado, e em grande parte das vezes revertido. Porém depende muito da compreensão e envolvimento do paciente no tratamento.

O diabetes tipo 2 é uma doença da insulina, e não da glicose! Devemos focar o tratamento muito mais no equilíbrio dos níveis de insulina, do que da glicose plasmática.

Sinais e Sintomas do Diabetes Tipo 2

Abaixo alguns sinais e sintomas que podem indicar a presença de diabetes tipo 2:

  • Cansaço sem causa
  • Cicatrização lenta de feridas
  • Dormência ou formigamento nas mãos e/ou pés, em fases mais avançadas
  • Extrema excessiva, mesmo após comer
  • Ganho ou perda de peso incomum
  • Infecções de repetição, (pele, vagina, urinária)
  • Sede em excesso
  • Visão turva

A Verdadeira Causa do Diabetes é a Resistência Insulínica

Como foi dito acima, a causa do diabetes tipo 2, não se deve a uma elevação da taxa de açúcar no sangue, mas ocorre por um erro na sinalização da insulina, e também da leptina, um hormônio produzido pelas células gordurosas.

É condição necessária para se desenvolver o diabetes tipo 2, que ocorra esta falha à ação da insulina, gerando um quadro de pré-diabetes, antes do diabetes tipo 2 propriamente dito.

Do meu ponto de vista, a grande falha da medicina convencional, ao tratar o diabetes tipo 2, é não considerar a resistência à insulina como a causa primária do diabetes tipo 2.

Por consequência o tratamento, acaba sendo feito pelo uso de hipoglicemiantes ou pela insulina.

Uma das funções da insulina é colocar glicose para dentro das células, para geração de energia. Quando estamos saudáveis o pâncreas executa este trabalho com perfeição.

Porém existem alguns fatores de risco e circunstâncias podem colocar em risco o funcionamento correto desta glândula:

  • Apneia obstrutiva do sono
  • Casos de diabetes tipo 2 na família
  • Histórico de diabetes gestacional
  • Inatividade física
  • Sobrepeso ou obesidade
  • Ter 45 anos ou mais
  • Tratamento com glicocorticoides ou antipsicóticos
  • Triglicerídeos em jejum acima de 250 mg/dL

A insulina é um dos biomarcadores de saúde e longevidade mais importantes, e de baixo custo para sua medição.

Segundo pesquisadores, os níveis ótimos da insulina em jejum devem ser abaixo de 6 microU/mL.

Níveis elevados de glicose não são apenas sintomas do diabetes, mas podem também indicar presença de doenças cardíacas, doenças vasculares periféricas, derrame, pressão arterial alta, câncer e obesidade.

Diabetes e Resistência à Leptina 

A leptina é um hormônio produzido pelos adipócitos (células gordurosas).

Sua principal ação é regular o apetite, e por tabela, o peso corporal. Ela é chamada de hormônio da saciedade, pois avisa o cérebro quando comer, o quanto comer e quando parar de comer.

Níveis adequados de leptina regulam nosso apetite e mantém o peso corporal.

Porém, da mesma forma que a insulina, podemos também apresentar resistência à ação da leptina, situação em que a produção de leptina está elevada, mas as células não conseguem responder.

Pesquisadores descobriram que a obesidade pode causar resistência à leptina (quanto mais células gordurosas, mais leptina).

Também descobriram que a leptina em níveis adequados, é responsável pela correta ação da insulina. Um erro nesta sinalização pode levar a resistência à insulina.

Observando por outro prisma, a principal função da insulina não é diminuir o nível de açúcar no sangue, mas sim armazenar a energia excedente em forma de glicogênio, no fígado e nos músculos.

Sua ação hipoglicemiante é simplesmente uma consequência desse processo de armazenamento de energia.

Quem Está por trás da Obesidade e do Diabetes, é a Frutose!

É importante, quando o tema é diabetes tipo 2 o problema não é apenas o açúcar. O açúcar de cana é 50% glicose e 50% frutose.

A frutose, quando vem da fruta in natura, desde que, em quantidades adequadas, não é problema, porque as frutas têm fibras e outros nutrientes, que se perdem após seu processamento, como nos sucos.

Por outro lado, a indústria alimentícia, passou a usar em larga escala HFCS, como adoçante, pois ele é muito mais barato que o açúcar.

HFCS (xarope de milho com alta concentração de frutose) está presente em quase todos produtos alimentícios, que estão presentes nas mesas de bilhões de pessoas.

Ao ser metabolizada a frutose gera várias toxinas, que podem causar danos à nossa saúde. A frutose me excesso, pode causar diabetes e obesidade.

Importante destacar, que frutas consumidas in natura, sem processamento em quantidades moderadas, excelentes alimentos.

Porque Apenas o Tratamento Convencional, Não é a Melhor Saída

A maioria dos tratamentos convencionais de diabetes tipo 2 usa medicamentos que aumentam o nível de insulina, ou reduzem o nível de açúcar no sangue.

Porém, o diabetes não é uma doença do açúcar no sangue. Focar o tratamento nos sintomas do diabetes, glicemia elevada, ao invés de tratar a causa, não é o melhor caminho.

Grande parte dos diabéticos tipo 2 podem ser tratados com sucesso sem remédios químicos.

Dicas de Estilo de Vida e Dieta

Abaixo seguem algumas recomendações para melhorar a resistência à insulina e à leptina, e assim prevenir e/ou tratar o diabetes tipo 2.

  • Eliminar todos os alimentos processados, pois quase todos contem HFCS. O tratamento convencional do diabetes tipo 2 fracassou tem fracassado, em parte por falta de uma orientação alimentar mais adequada.
  • Pratica de exercícios físicos. Entrar em forma é essencial para controlar o diabetes e outras doenças crônicas. Os exercícios físicos são uma das melhores formas de reduzir a resistência à insulina e à leptina.
  • Elimine todos os açúcares e grãos, até mesmo grãos integrais, orgânicos ou germinados. Evite pães, massas, cereais, arroz, batata e milho. Até regularizar a glicemia, restrinja o consumo de frutas também.
  • Eliminar as gorduras trans, pois aumentam o risco de diabetes e inflamação crônica silenciosa, pois interferem nos receptores de insulina.
  • Consumir Ômega 3, de origem animal e de boa qualidade.
  • Dosar nível de insulina em jejum. Tão importante quanto a glicemia de jejum, seu nível de insulina em jejum, deve ficar entre 2 e 6 microU. Quanto maior o nível, menor é a sensibilidade à insulina.
  • A exposição ao sol é uma promessa no tratamento e prevenção do diabetes. Estudos que revelam uma conexão importante entre os altos níveis de vitamina D e um risco menor de desenvolver o diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e síndromes metabólicas.

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Insulina, saiba como seu Excesso pode ser Causa de Obesidade

Insulina, Saiba Como Seu Excesso Pode Ser Causa de Obesidade

Insulina e obesidade andam de mãos dadas. Nos últimos 40 anos, o consumo desenfreado de carboidratos, fez com que a Obesidade se tornasse epidêmica no mundo.

Carboidratos em excesso, quando não utilizados para gerar energia, são armazenados em forma de gordura.

Entenda a Relação Entre Obesidade e Composição Corporal

De forma geral só avaliamos nossa gordura ou magreza simplesmente nos pesando em uma balança.

Atualmente sabemos que é mais importante levarmos em consideração além do peso claro, algumas medidas, como a circunferência abdominal e a do quadril.

Como sabemos, nosso peso corporal total é composto por ossos, órgãos, músculos, líquidos e gordura, sendo que estes 3 últimos variam bastante, principalmente em mulheres.

Para emagrecer, não devemos desidratar e nem perder tecido muscular, pois isso não levará a um emagrecimento saudável e consistente.

Com relação aos músculos, vale o contrário disso, temos de aumentar nossa massa, pois os músculos são os principais “gastadores” de calorias que temos. Porém os músculos pesam mais do que gordura, para a mesma quantidade.

Portanto, está mais que na hora, principalmente para as mulheres, de parar de se focar apenas no peso da balança, e entender o processo como um todo, e valorizar mais a diminuição das medidas do a perda de quilogramas na balança.

Porque Engordamos Tanto nas Últimas Décadas

Nas últimas décadas temos assistido a uma epidemia de obesidade, mas por outro lado nunca tivemos tantas informações e pesquisas de boa qualidade sobre o porquê engordamos, o que está havendo afinal?

Um pouco de história. Na década 60, as gorduras começaram a ser condenadas e banidas da pirâmide alimentar, pois se pensava na época, que elas eram as causadoras dos problemas cárdio circulatórios, o que é verdade apenas em parte.

Nesta época, para resolver esta questão, a Associação Americana de Cardiologia, passou a incentivar o uso de carboidratos e a redução das gorduras, orientação que só começou a ser mudada nos últimos anos com a elaboração pela Universidade de Harvard, de uma nova pirâmide alimentar, onde os carboidratos estão reduzidos e as boas gorduras são valorizadas.

Feito este rápido resumo, vamos entender porque carboidratos nos engordam.

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Excesso de Insulina e Obesidade

Quando ingerimos qualquer tipo de carboidrato, sejam os refinados ou complexos, o nosso corpo vai transformá-los em glicose, que é nossa principal fonte de energia.

Para que a glicose entre dentro das células para ser utilizada, é preciso da ação da insulina, um hormônio que abre passagem na membrana celular, para a penetração da glicose.

Quando ingerimos carboidratos complexos (integrais), em quantidade adequada, a glicose é liberada gradualmente e a liberação de insulina na circulação ocorre sem grandes picos, desta forma a nos sentimos com energia e nossa sensação de fome é normal e fisiológica.

Quando ingerimos carboidratos refinados, mesmo em pequenas quantias, a sua transformação em glicose é quase instantânea, e nosso corpo responde com grandes picos de liberação de insulina, que num primeiro momento retira grande parte da glicose da circulação, e em cerca de 2 horas surge o desejo de comer carboidratos novamente. Este comportamento alimentar ao longo dos meses, leva a uma sobrecarga do pâncreas, onde a insulina é produzida em grandes quantidades, mas não consegue mais colocar a glicose para dentro das células.

Começamos então a sentir falta de energia, cansaço, fraqueza, desejo de mais carboidratos, perda de concentração e memória, e principalmente, ganho de peso.

A este quadro, chamamos de resistência insulínica, ele precede o aparecimento da Síndrome Metabólica, que já está até merecendo até uma especialidade médica só para cuidar dela.

Como os Carboidratos Viram Gordura

Com açúcar sobrando na circulação, primeiro nosso corpo o transforma em glicogênio, que fica armazenado no fígado e nos músculos, e são nossas reservas mais imediatas de energia.

Como esta capacidade de armazenamento tem certo limite, o que sobrar de glicose será convertida em ácidos graxos (moléculas básicas de gordura) e posteriormente em triglicerídeos, que vão ser armazenados, adivinhe onde, no tecido gorduroso.

Nas mulheres se armazenam mais da cintura para baixo (quadril e culote) e nos homens mais no abdômen.

Como Evitar a Resistência Insulínica

É simples, mas não é fácil, pois temos de romper com o ciclo: comer carboidratos, picos de insulina, mais desejo de comer carboidratos e ganho de peso.

O caminho passa, antes de uma reeducação alimentar profunda, por uma redução drástica e temporária, do consumo de qualquer tipo de carboidrato, seja ele refinado ou complexo.

Esta conduta vai basicamente reduzir a resistência a insulina e forçar o corpo a buscar uma outra fonte de energia, que é o tecido gorduroso.

Isto acontece porque com a insulina em baixa, entra em ação outro hormônio, menos conhecido, chamado glucagon, que vai ao tecido gorduroso e estimula a conversão dos triglicerídeos em ácidos graxos e depois glicose, exatamente ao contrário do que faz o excesso de insulina.

E a partir deste, ponto a gordura começa a ser utilizada como combustível, um processo conhecido cetose.

Gorduras Causam Obesidade?

Até aqui vimos de forma bem resumida o metabolismo dos carboidratos, no que concerne ao ganho de peso.

Sem dúvida que gorduras podem engordar, mas há um detalhe muito importante, nós temos uma resposta de saciedade para gordura, isto é, depois de ingerir determinada quantidade de gordura sem presença de carboidratos, no geral passamos a ter aversão por ela e paramos de comer.

Com os carboidratos refinados, esta resposta, por conta dos picos de insulina, fica comprometida, e logo em seguida queremos comer novamente.

Estudos mostram que dietas com proporção maior de gorduras tendem a levar ao emagrecimento!

A comprovação prática desta teoria, é o sucesso da dieta do Dr. Atkins, que permite a ingestão de quantidades enormes de proteínas e gorduras, com exclusão total de carboidratos, que produz sem dúvidas emagrecimento.

Aqui cabe ressaltar, que esta dieta embora produza emagrecimento, do meu ponto de vista não é saudável, seu uso deve ser orientado por um profissional da saúde.

Penso que o consumo exagerado da associação de carboidratos refinados e gorduras devem ser considerados a principal causa de obesidade na atualidade.

Proteínas quando usadas com moderação, podem ajudar a emagrecer, pois além de sacietógenas,  ajudam a aumentar o metabolismo.

Porque a Restrição Calórica Funciona Parcialmente

Como vimos, nosso combustível preferencial é a glicose, depois vem as gorduras e por fim as proteínas, isso dentro de uma fisiologia normal, isto é, sem excesso de peso.

Na situação de excesso de peso, a via de queima de gorduras não funciona adequadamente.

Na falta dos carboidratos, passamos a quebrar proteínas para gerar energia, o que é um péssimo negócio, metabolicamente falando.

Nas dietas altamente restritivas ou durante o uso de medicamentos que inibem o apetite, uma parte do emagrecimento é por conta da perda de massa muscular para gerar energia.

Este emagrecimento, que numa primeira vista pode parecer positivo, é ilusório, pois se perdeu tecido muscular, que dificilmente será reposto.

Como estas dietas são feitas por pouco tempo e não se preocupam em fazer uma reeducação alimentar, ao voltar ao padrão alimentar antigo, a pessoa vai ganhar mais peso e com mais facilidade e rapidez, pois já não conta mais com a mesma massa muscular que queimava calorias, e que foi consumida durante a dieta. Isso explica o famoso efeito sanfona.

Emagrecer com Saúde

Existem vários caminhos para emagrecer, todos precisam de comprometimento do paciente, não se iluda não há caminho fácil, rápido, e nem atalhos.

Em nossa clínica, lançamos mão de vários recursos como a Medicina Ortomolecular, Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia e Acupuntura, entre outras técnicas, que são usadas de acordo com cada caso.

E por fim, deixo uma frase que uso sempre com meus pacientes: “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, faça a sua parte e tenha persistência, os resultados virão”.

 

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

 

Resistência a Insulina, Está Associada à Obesidade

Resistência a Insulina, Está Associada à Obesidade

A resistência à insulina ocorre quando a glicose em nosso sangue não consegue entrar dentro das células para gerar energia.

Em pessoas acima do peso ou barrigudas, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que “caramelizada”, dificultando a ação da insulina.

Carboidratos e a Insulina

Hoje sabemos que a principal causa de obesidade é o consumo desenfreado de carboidratos.

Em última análise todos os carboidratos devem ser transformados em glicose, pois ela é o combustível preferencial, que será utilizado pelas mitocôndrias (organelas que existem dentro de todas as células) para gerar a juntamente com o oxigênio que respiramos, a energia que nosso corpo precisa para funcionar.

Caramelização da Membrana Celular

Mas para adentrar o interior das células, a glicose precisa passar pela membrana celular, e isso só pode ser feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas.

Acontece que em quem está acima do peso, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que caramelizada, dificultando a ação da insulina, a isso chamamos de resistência à insulina.

A resistência à insulina é o primeiro passo para a obesidade, diabetes e outras patologias crônicas e degenerativas.

A associação entre obesidade e diabetes é tão grande, que os americanos criaram o termo Diabesidade para definir esta nova patologia.

Resistência à Insulina e Obesidade

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Agora vejamos alguns dos fenômenos que ocorrem quando temos excesso de insulina no sangue:

  • Não conseguimos gerar energia a partir do tecido gorduroso, pelo contrário, a insulina alta estimula a formação de mais ácidos graxos (blocos básicos de gorduras) e triglicerídeos que vão ser armazenados nas células gordurosas.
  • Com a insulina elevada, nossa fome e desejo de comer doces são praticamente constantes, pois como esta glicose não entra na célula estamos sempre sem energia.
  • O corpo passa a reter mais sal e água e diminui a eliminação de líquidos e aparece o inchaço e a elevação da pressão arterial.
  • Os aminoácidos que seriam utilizados para produção dos neurotransmissores (serotonina, dopamina) diminuem, e surge a irritabilidade, sono irregular e a depressão.

Como Tratar a Resistência a Insulina

Estes são apenas alguns dos efeitos principais de uma taxa elevada de insulina.

Para solucionar este desequilíbrio, o remédio mais eficaz é a adoção de um tratamento que envolva uma mudança de hábitos alimentares, atividade física adequada, Medina Ortomolecular, Fitoterapia, Acupuntura entre outras terapias.

Vários fitoterápicos podem ajudar a reduzir a resistência insulínica, entre eles estão: Bitter melon, Camelia sinensis, Berberina e a Bauhinia forficata.

E por fim um conselho que dou a todos os meus pacientes “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, comprometa-se com o tratamento, faça sua parte!!”

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.

Colesterol e Inflamação Crônica Causam Doenças Cardíacas

Colesterol e Inflamação Crônica Causam Doenças Cardíacas

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Hoje sabemos que Colesterol e Inflamação Crônica Silenciosa e Doenças Cardíacas estão inter-relacionados.

Abaixo segue escrito pelo Dr Dwight Lundell, que mostra que o verdadeiro vilão a “inflamação silenciosa“, que está na base de quase todas as patologias crônico degenerativas, incluindo as patologias cardiovasculares.

Reconhecendo um Erro Básico

Nós médicos, com todo o nosso treinamento, conhecimento e autoridade, frequentemente adquirimos um ego bastante grande que tende a tornar difícil admitirmos que estejamos errados.

Então, aqui vai. Eu admito abertamente estar errado. Como cirurgião cardíaco com 25 anos de experiência, tendo feito mais de 5000 cirurgias de coração aberto, hoje é o meu dia de corrigir o malfeito com fatos médicos e científicos.

Treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados “formadores de opinião”. Bombardeado com literatura científica, continuamente assistindo seminários, nós formadores de opinião insistimos que a doença cardíaca resultava do simples fato de colesterol sanguíneo elevado.

A única terapia aceita era prescrever medicações que abaixam o colesterol e uma dieta que restringe severamente a ingesta. A segunda parte, é claro, insistíamos que iria baixar o colesterol e a doença cardíaca. Desvios dessas recomendações eram considerados heresias e provavelmente resultariam em má-prática.

Não Está Funcionando!

Essas recomendações não são mais científica ou moralmente defensáveis. A descoberta, alguns anos atrás, de que a inflamação na parede arterial é que é a causa real da doença cardíaca, está lentamente levando à uma mudança de paradigma em como a doença cardíaca e outras aflições crônicas serão tratadas.

As antigas recomendações dietéticas criaram uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências fazem qualquer outra praga histórica parecer insignificante em termos de mortalidade, sofrimento humano e impacto econômico.

Mais de 25% da População Americana Usa Estatinas

Apesar do fato de que 25% da população toma medicamentos (estatinas) caros e de que reduzimos o conteúdo de gordura em nossa dieta, mais americanos vão morrer esse ano de doença cardíaca do que nunca.

Estatísticas da Associação Cardíaca Americana mostram que 75 milhões de americanos atualmente sofrem de doença coronariana, 20 milhões tem diabetes e 57 milhões são pré-diabéticos. Essas desordens estão afetando pessoas cada vez mais jovens, em números crescentes a cada ano.

Sem Inflamação Crônica o Colesterol Não Causa Lesão nos Vasos

Colocando de maneira simples, sem a inflamação estar presente no corpo, não há como o colesterol se acumular na parede dos vasos sanguíneos e causar doença cardíaca e infartos.

Sem inflamação, o colesterol vai se mover livremente através do corpo como a natureza quis. É a inflamação que faz com que o colesterol fique preso.

Inflamação aguda não é problema, é simplesmente a defesa natural do seu corpo a um invasor tal como bactérias, toxinas ou vírus. O ciclo da inflamação é perfeito em como ele protege o seu corpo desses invasores bacterianos e virais.

Entretanto, se nós expusermos o corpo cronicamente aos danos causados por toxinas e comidas que o corpo humano nunca evoluiu para processar, ocorre uma condição chamada inflamação crônica. A inflamação crônica é tão maléfica quanto a inflamação aguda é benéfica.

Inicie Por Uma Mudança de Estilo de Vida

Qual pessoa consciente iria de boa-vontade expor-se repetidamente a comidas ou outras substâncias que sabidamente causam mal ao corpo? Bem, os fumantes talvez, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente.

O resto de nós simplesmente seguiu a dieta recomendada que é pobre em gordura saturada e rica em gordura poli-insaturada e carboidratos, não sabendo que estávamos causando agressões repetidas aos nossos vasos sanguíneos. Essa agressão constante cria inflamação crônica, levando à doença cardíaca, infartos, diabetes e obesidade.

Inflamação Crônica É Causada pela Alimentação Inadequada

Deixe-me repetir isso: os danos e a inflamação em nossos vasos sanguíneos são causados pela dieta com pouca gordura, recomendada por anos pela medicina convencional.

Quais são os maiores culpados pela inflamação crônica? Simplesmente, eles são a sobrecarga de carboidratos simples, altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos feitos a partir deles) e do excesso no consumo de ômega-6, presente em óleos vegetais tais como soja, milho e girassol, encontrados em tantas comidas processadas.

Como Surge a Lesão do Endotélio

Tire um momento para visualizar o esfregar de uma escova dura repetidamente sobre pele macia até que ela fique muito avermelhada e próxima do sangramento.

Faça isso diversas vezes ao dia, todo dia por cinco anos. Se puder tolerar a escovação dolorosa, você vai ter um sangramento, uma área inchada e infeccionada que vai ficar pior a cada agressão.

Essa é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo dentro do seu corpo bem agora.

A Inflamação Crônica Ocorre em Todo o Corpo

Independentemente de onde o processo inflamatório ocorre, interna ou externamente, é o mesmo. Eu já olhei dentro de milhares e milhares de artérias.

Uma artéria doente aparenta como se alguém pegasse uma escova e esfregasse repetidamente contra sua parede.

Diversas vezes por dia, todos os dias, as comidas que comemos criam pequenos ferimentos que se compõem em mais ferimentos, fazendo com que o corpo responda contínua e apropriadamente com inflamação.

Carboidratos Refinados e Gorduras Ruins Causam Inflamação Crônica Silenciosa

Enquanto desfrutamos o sabor delicioso de um rolinho adocicado, nossos corpos respondem alarmantemente como se um invasor tivesse chegado declarando guerra.

Comidas carregadas de açúcar e carboidratos simples, ou processadas com ômega-6 para terem longa duração, têm sido a base da dieta americana por 6 décadas. Essas comidas tem lentamente envenenado a todos.

Como é que que comer um rolinho açucarado cria uma cascata de inflamação que te deixa doente?

A Glicose em Excesso Causa Inflamação nos Vasos

Imagine derramar melado no seu teclado, e você tem um visual do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples tais como açúcar, a glicose no sangue aumenta rapidamente.

Em resposta, o seu pâncreas secreta insulina cujo objetivo primário é direcionar o açúcar às células, onde ele é estocado como energia. Se a célula está cheia e não precisa de glicose, ele é rejeitado para não atrapalhar o funcionamento.

Quando sua célula rejeita a glicose extra, o açúcar no sangue aumenta produzindo mais insulina e a glicose é convertida e armazenada como gordura.

O que isso tem a ver com inflamação? O açúcar sanguíneo é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas “extras” de açúcar se juntam a uma variedade de proteínas que por sua vez danificam a parede do vaso sanguíneo.

Esse ataque repetido dispara a inflamação. Quando você aumenta seu nível de glicose diversas vezes por dia, todo dia, é exatamente como esfregar uma lixa no interior dos seus delicados vasos sanguíneos.

Apesar de você não ser capaz de ver, descanse tranquilo sabendo que ele está lá. Eu vi em mais de 5000 pacientes de cirurgia em um intervalo de 25 anos – todos com um denominador comum: inflamação em suas artérias.

Óleos Vegetais Causam Inflamação Silenciosa

Vamos voltar ao rolinho açucarado. Aparente inocente, a guloseima não apenas contém açúcar, mas também é achada em um dos muitos óleos ômega-6 tais como soja.

Chips e batatas fritas são embebidos em óleo de soja. Comidas processadas são feitas com ômega-6 para ter mais duração. Apesar de os Ômegas-6 serem essências à vida (são parte de cada membrana controlando o que entra e o que sai da célula) – eles precisam estar em equilíbrio com os ômega-3.

Se o balanço se desequilibra pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular produz químicos chamados citocinas, que causam inflamação diretamente.

Ômega 6 Oxidado Induz Inflamação Endotelial

A dieta americana padrão vem produzindo um desequilíbrio extremo dessas duas gorduras. A proporção do desbalanço vai de 15:1 a 30:1, a favor do ômega-6. Isso é uma quantidade tremenda de citocinas, causando inflamação. No ambiente alimentar moderno, uma proporção de 3:1 seria ótima e saudável.

Para tornar o caso ainda pior, o peso excessivo que você carrega por comer essas comidas cria células de gordura sobrecarregadas, que produzem grandes quantidades de químicos pró-inflamatórios, adicionando à agressão causada pela alta glicemia sanguínea.

O processo que começou com um rolinho açucarado torna-se um círculo vicioso ao longo do tempo, criando doença cardíaca, pressão alta, diabetes e finalmente doença de Alzheimer, à medida que o processo inflamatório segue incontido.

Mude Sua Dieta, Coma Comida de Verdade!

Não há como escapar do fato de que quanto mais consumimos comidas preparadas e processadas, mais acionamos o processo inflamatório pouco a pouco, diariamente.

O corpo humano não pode processar, nem evoluiu para consumir comidas cheias de açúcar e encharcadas de óleos ômega-6.

Só há uma resposta para aquietar a inflamação, e é retornar às comidas mais próximas de seu estado natural.

Para construir músculos, coma mais proteína. Escolha carboidratos muito complexos tais como frutas coloridas e verduras.

Exclua ou diminua os ômega-6 causadores de inflamações, tais como óleos de soja e milho, trigo e as comidas processadas feitas com eles.

Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6; óleo de soja contém 6.940 mg. Ao invés, use azeite de oliva ou manteiga de gado alimentado com pasto.

Gordura Animal Faz Mal?

Gorduras animais contém menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os supostos óleos poli-insaturados, ditos saudáveis.

Esqueça a “ciência” que foi martelada na sua cabeça por décadas. A ciência de que a gordura saturada sozinha causa doença cardíaca, é inexistente.

A ciência de que a gordura saturada aumenta o colesterol sanguíneo é também muito fraca.

Uma vez que agora sabemos que colesterol não é a causa da doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda atualmente.

A Teoria do Colesterol Pode Estar Errada!

A teoria do colesterol levou às recomendações de pouca ou nenhuma gordura, que por sua vez criaram as mesmas comidas que hoje causa a epidemia de inflamação.

A medicina convencional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar gordura saturada em favor de comidas ricas em gorduras ômega-6. Nós agora temos uma epidemia de inflamação arterial levando a doença coronariana e outros assassinos silenciosos.

O que você pode fazer é escolher comidas integrais que sua avó servia, e não aquelas que para as quais a sua mãe se voltou quando os corredores dos supermercados se encheram com comidas manufaturadas.

Ao eliminar comidas inflamatórias e adicionar nutrientes essenciais de comida fresca, não processada, você vai reverter anos de danos em suas artérias e no resto do corpo, causados pelo consumo da dieta americana típica.

Dr. Dwight Lundell foi Chefe do Corpo Médico e Chefe de Cirurgia no Hospital de Cardiologia de Banner em Mesa, Arizona.

Sua clínica privada, Centro de Cuidado Cardíaco, era também em Mesa. Recentemente, o Dr. Lundell deixou a cirurgia para focar no tratamento nutricional da doença cardíaca.

Ele é o criador da Fundação Humanos Saudáveis, que promove saúde humana com foco em ajudar grandes corporações a promover bem-estar.

Ele é também o autor de A cura para a doença cardíaca e A grande mentira do colesterol.

Fonte: Dr Dwight Lundell

**Apenas a especialidade de Homeopatia é atendida através da Unimed, nas demais áreas, os atendimentos são apenas particulares.